Mostrando postagens com marcador vergonha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vergonha. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O lado negro de ser um infantilista e posers

Oi oi galera que gosta do meu blog! Beleza por aí?
Fiquei um tempinho sem postar porque estava sem ideias... e além disso andei em crise existencial esses dias, coisa normal da maioria esmagadora dos infantilistas.
Quem está de fora pensa que nossa vida é fácil, que é tudo bonitinho e fofinho sempre, nada disso! Acho que pelo menos 95% dos infantilistas sofreram algum trauma que os fez ser assim e se pudéssemos escolher, optaríamos por não ser e quem disser que escolheria o contrário está mentindo.
Claro que tem seu lado bom, quando ficamos de bem com nós mesmos, mas a maioria das vezes tem aquele lado racional que fica martelando na nossa cabeça: "Seus amigos não fazem nada disso e vivem muito bem,sua família não tem esse tipo de trauma, você é uma aberração, seu maluco!"
Quem nunca ouviu isso dentro da própria cabeça? Tem gente que faz o possível pra parar, tenta canalizar energia em outras coisas como casamento, família, trabalho e quando a vontade vem, pensa: "Eu não posso, não devo ser assim, isso tem que sair de mim!" Mas até agora nunca ouvi falar de alguém que tentou largar e conseguiu de vez e viveu feliz com isso, porque deixar de lado não é apenas parar de fazer e sim não sentir mais vontade. Se algum dia alguém me falasse: "Eu canalizei minha energia em outra coisa e parei de praticar, nem vontade sinto mais, me libertei completamente!" Meu amigo, você merece uma festa de comemoração, sem exageros.
Porque até hoje eu só vi gente que deixou sim de praticar, mas vive triste e deprimido porque não saiu do seu psicológico. Pode ficar anos sem usar nada, mas de duas uma: ou vai viver frustrado com a sensação de falta de algo ou uma hora vai explodir e corre o risco de se tornar um dl (Diaper Lover) compulsivo que vai querer tirar todo o atraso em pouquíssimo tempo.
Bom, talvez eu esteja exagerando um pouco, mas isso realmente é provável de acontecer, é a famosa bola de neve que uma hora explode!
Eu sei que tem um outro lado que diz: "Ah, mas pelo menos não usamos drogas, não mexemos com coisas que façam mal a nós mesmos, não temos uma doença." De fato, não temos mesmo. É apenas uma coisa que um dia nos faltou e queremos de volta, mas a crise maior, a frustração mais evidente é pela culpa e vergonha de si mesmo que isso causa, como já falei lá em cima, aquele bichinho que fica falando que as outras pessoas à nossa volta não fazem isso.
É por isso que dá muita raiva quando vemos alguém se dizendo infantilista, quando na verdade não passa de um ser metido que só quer chamar a atenção de alguém pra si ou tem medo de perder, por exemplo uma certa poser de little que eu conheço, sim, falo com todas as letras, poser de little. Pra não perder o dono, daddy, sei lá o que, depois que viu que o cara gosta de littles, resolveu fingir que era, só que tem coisas que não aceita. Olha, claro que nem todos os gostos são iguais, mas ficar falando tudo errado com uma vozinha ridícula e colocando uma chupetinha na boca só pra agradar o parceiro não é ser little, minha filha.
Ser little é muito mais do que ter atitudes apenas pra chamar a atenção de alguém só porque vê uma ameaça por perto. Se você soubesse o quanto nós que realmente vivemos o infantilismo sofremos, não ficaria fingindo ser algo que não é.
Mais uma vez, peço desculpas por esse desabafo, gente, mas é que é ridículo você ser um ab de verdade todo carente precisando de atenção e alguém que realmente entenda e tendo outra ali querendo competir por achar que você é uma ameaça e aí fica fazendo gracinha pra chamar a atenção de outra pessoa e você que se dane. Na época eu não podia falar nada, mas agora não to nem aí pro que vão pensar...
Mas enfim, só queria dizer mesmo que não é fácil ser um infantilista de verdade com traumas, sofrimentos, carências... desculpem se assustei vocês, mas não canso de repetir, aqui só vai ter a verdade, sempre!

Vou ficando por aqui e em contagem regressiva pra chegada da mommy aqui no final de semana!
Bebeijos a todos e...
Mommy, daddy, baby ama.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Um tabu no meio infantilista que deveria ser mais discutido

Oi oi povo que lê o blog! bão? Como diria o daddy? Bão... kkkkkkkkk
Hoje o post pode ser um pouquinho repulsivo pra alguns, mas é uma coisa tão corriqueira que vocês não deveriam sentir nojo. Claro que depende do ponto de vista. Logo vocês vão entender.
Pouco se fala no famoso número 2 no meio infantilista. "Ok, podem começar a enjoar!" 2, caquinha, totô, cocozinho, enfim, todo mundo faz e se você disser que não faz você é um et. Kkkkkkkk brincadeiras à parte.
Mas o que eu vejo são poucas pessoas admitirem que faz ou às vezes tem até vontade, mas não tem coragem porque é nojentinho, dá trabalho pra limpar e etc. Realmente, eu não tiro a razão delas, mas no meu ponto de vista, (repito, essa é a opinião pessoal de Camila S.) Quando isso acontece a brincadeira se torna mais realista.
Acredito que seja uma forma de dependência, de entrega total, não de torturar mommies e daddies kkkkkk mas é mais um modo de mergulhar no mundo dos bebês.
Eu por exemplo que quando estou em modo baby gosto de desligar quase todos os meus alertas, (deixo apenas o que faz voltar pra fase adulta a hora que tem gente estranha perto,) acho digamos assim normal fazer. Claro que têm momentos, você não vai deixar cair em público, né? Tem um limite, mas por exemplo: digamos que você está em casa sozinho com seu cuidador e de repente dá aquela vontadezinha, tem gente que não gosta mesmo e eu entendo e respeito, mas no caso dos abs totais como eu, não acho que precise voltar pro modo adulto só por esse momento, tirar a fraldinha e ir no banheiro fazer. É como um colega disse uma vez: "Não sei onde está o problema. A única coisa é que você não precisa sentar e seu banheiro está com você. E se fizer e já tirar pra não ter perigo de grudar na sua pele não tem problema nenhum, é mais fácil do que um bebezinho real que senta, engatinha, encosta o bumbum no chão... kkkkkk (hoje ta enjoadinho o post, né?)
Mas se tratando de infantilismo, tem que falar!
Existem também formas de diminuir o cheiro como comer vegetais, isto é: uma alimentação vegetariana, ou se você é como eu que não consegue ser assim, pode tomar suco de clorofila. "Onde eu acho isso pra comprar? Vou ter que dar um jeito..."
então, se tem essas formas, pra que se privar disso se você gosta de ser um bebê o mais realista possível?

Agora vou contar uma experiência pessoal.
Quando eu tive a mommy e o daddy anteriores eu não podia fazer, fui privada disso porque como já falei em um post lá atrás, aquela mulher sentia era nojo de mim... me deixava horas sem trocar e etc e eu já ficava incomodada só com o número 1, imagine com o 2... enfim, várias vezes de eu ir na casa deles, comer bastante coisas e quando sentia vontade, segurava porque não queria tirar a fraldinha e ir ao banheiro só pra isso.
A pior foi a última. E tinha comido um potinho inteiro de creme de avelã e já imaginam, né? A barriga borbulhava, dava solavancos, mas eu fui forte e resisti, não queria matar ninguém de nojo.
Foi difícil, mas graças a Deus já passou... eu fico pensando: "Alguém assim não conseguiria cuidar de um bebê de verdade porque no começo, quando eles têm a idade de 4 meses por exemplo, como é o meu caso em modo baby, eles fazem muito mais sujeirinha... kkkkkkk 
se acalmem, o post já está acabando... mas na verdade essa questão ainda é um tabu dentro do próprio meio. Como falei no começo do texto, talvez seja vergonha de assumir, não sei, mas enfim, acho que era isso galera.
Me desculpem mais uma vez pelo conteúdo, mas como nos sites infantilistas estrangeiros se fala disso sem medo eu resolvi escrever esse post, também inspirado em uma conversa de grupo de whatsapp ontem à noite.

Mas por enquanto eu fui!

Mommy, baby ama e daddy, baby ama também, por que não? hahahaha

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Eu devo ser uma baby bipolar, só pode!

Estou de volta, gente... acabou que choveu e nem fomos no parque lá que eu tinha falado ontem... será que um dia vai?
Não sei, só sei que eu precisava disso... eu ando muito estressada...
hoje é um daqueles dias de conflitos internos, sabem? Você que é infantilista com certeza sabe do que eu estou falando...
"Por que que eu sou assim, por que justo eu? Por que que tem tanta gente que tem traumas de infância e deixa passar, mas eu não?" Hoje eu to bem dessas... até to tentando focar mais no grupo que eu administro (como adulta, é claro), mas ao mesmo tempo que estou tentando passar meus conhecimentos fico aqui pensando: "Será que eu sou digna de fazer o que faço? De ter os amigos que tenho? Se esse pessoal soubesse que a administradora séria e centrada do grupo deles não passa de uma coisa fraca que tenta fugir dos problemas vivendo como uma bebezinha, com certeza eu perderia meus pontos...
Ai gente, desculpem, isso vai passar, mas eu ainda to nessa, mesmo depois de quase 4 anos de descoberta eu tenho esses conflitos internos de me achar anormal, uma aberração... me digam pelo amor de deus que eu não sou a única...
Não estou aqui querendo fazer drama, mas é o que eu realmente sinto... se você que está lendo acha que é demais, só ignora...

Nunca vou esquecer da última vez que fui desabafar sobre esses conflitos com uma que se dizia minha amiga e se eu estava pra baixo, afundei mais ainda e depois a pessoa disse que só queria me ajudar... uma ajuda dessas eu não quero não, obrigada... tem horas que a gente não precisa de conselhos, "Faça isso, faça aquilo," apenas queremos saber que não somos os únicos no mundo a sentir determinadas coisas e principalmente saber que somos aceitos da maneira que somos...

Desabafei... Talvez eu me sinta um pouco melhor mais tarde e por favor, não liguem... eu sou estranha assim mesmo, hora estou feliz e dando pulos e hora estou desse jeito...
mas agora eu fui mesmo.