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sexta-feira, 16 de março de 2018

Infantilismo em outros mundos, projeções

Olá leitores! E aí, de boa na lagoa? Suave na nave? Pois é, hoje vamos falar de algo diferente, que é a projeção astral.
Sim, um assunto que passei a gostar muito desde que comecei a estudar física quântica, universos paralelos, multiversos e etc. Mas o que isso tem a ver com infantilismo?
Pra mim tem muito. As melhores experiências que vivi foram em projeções astrais, sozinha no meu quarto, ouvindo uma música que me fizesse relaxar e gente, verdade, foram de longe as experiências mais realistas que tive, melhores do que as de corpo físico.
Aí vc vai pensar: mas sozinho não tem graça... tem, posso garantir que tem e vc não está soziqho. se vc acredita em realidades paralelas e quer uma experiência fora da matrix, vc sabe que a realidade que vivemos é só uma ilusão criada pela sua mente pra que vc não entre em colapso, mas na verdade vc não está sentado aqui lendo esse blog somente.
Já pararam pra pensar que podem existir outros mundos onde ainda somos bebês? Pois é... eu parei de sofrer de carência absurda e desespero por daddy depois que comecei a estudar essas coisas.
Infelizmente, aqui onde está meu corpo físico as pessoas presam muito o sexo e não existe homem que veja uma mulher como baby somente, sem pensar coisa feia quando olha pro órgão genital dela.
Sendo assim, prefiro viver experiências fora do corpo. Sonhos lúcidos, desdobramentos, projeções, chamem como quiserem... Até pretendo postar algumas coisas aqui sobre isso.
Bom, por enquanto é só. Espero que gostem do post.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Dinheiro não substitui amor...

Olá pra todos. Hoje ainda estou com meu coraçãozinho machucado, principalmente por saber que minha mãe fez o que fez só mesmo pra estragar o pouco de alegria que eu teria nesse fim de semana... hoje cedo eu fui até a geladeira pegar refrigerante e vi que lá estavam duas bacias cheias de carne, sendo que ela tinha falado que se a mommy viesse eu teria que dar dinheiro pra comprar...
deu toda aquela briga que já contei aqui e eu claro, não dei dinheiro nenhum. Aliás, não estou nem querendo falar com ela... ainda ecoa em minha mente ela me chamando de encosto e falando que poderia ter feito um aborto...
ainda pra ajudar tem gente que fica falando pelas minhas costas que eu reclamo de barriga cheia e que minha família me dá do bom e do melhor e eu sou muito ingrata... ok, posso até ter um pouquinho de conforto material, como eu sempre digo, não vivo no lucho, não sou rica, vivo na simplicidade, mas nunca me faltou nada, graças a Deus, mas coisas materiais não substituem carinho. De que adianta eu ter boa comida na hora certa, minhas próprias coisas se quando eu preciso de um carinho não tenho? Meus pais podem ter me criado com tudo da melhor qualidade, mas isso jamais compensou a ausência deles.
Altas vezes de eu começar a contar algo pra minha mãe e ela dizer: "Cale a boca que estou assistindo a novela, não ta vendo?" Ou então: "Saia da frente da televisão, está me atrapalhando!"
Tudo isso me gerou machucados profundos na alma que sinceramente não sei se algum dia vão sarar. E como não podia deixar de ser, a amiga da minha irmã que meus pais gostam dela mais do que de mim, veio aqui pra passar mais um fim de semana e adivinhem? Meu pai foi levar ela em casa, porque estava chovendo e não queriam que a fulaninha de açúcar se molhasse...
Só não fico com mais ódio porque quando isso acontece eu penso na mommy e no daddy que não são sangue do meu sangue, mas sei que me amam, mesmo o daddy ficando sem jeito, mas eu entendo o lado dele. Quem nunca foi acostumado ou nunca ouviu falar de infantilistas, à primeira vista é um pouco espantoso ver uma pessoa que tem corpo físico de adulta, mas querendo ser bebê, mas eu penso que se um bebê de verdade pode derreter um coração, um adult baby também pode... kkkkkk tenho fé que algum dia ele vai me dizer: "Papai ama."
Só pra descontrair um pouco... nem ligo de estar cometendo um pecado, pois esses aqui que moram comigo me deram a vida, me puseram no mundo, mas meu coração é daqueles dois que estão longe fisicamente, mas com certeza mais perto do que eles aqui.
Na Páscoa eu vou ver minha amada mommy, preciso, necessito do colo dela, preciso muito de carinho físico...

Bom, gente, vou parar de chorar aqui no blog... vocês devem enjoar desses posts, mas são meus sentimentos, fazer o que? Mas eu fui, e

Mommy, daddy, baby ama.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Conto em forma de sonho ou sonho em forma de conto?

Oi, povo! Aqui vai o sonho / conto, espero que gostem.

Estava eu deitada em uma espécie de espreguiçadeira na varanda de uma casa desconhecida com uma chupeta na boca e uma fraldinha amarrada nela. O papai e a mamãe estavam conversando sentados ali próximo e eu sabia que era sobre mim.

- Amor, não é linda nossa princesa? Já está com 4 meses, eu não queria que ela crescesse nunca... - Mamãe.

-Pois é, amor, nem eu... - O papai falou meio sem jeito, ele parecia ainda não ter se acostumado com a ideia de ter uma bebê.

Amor, pega ela e traz aqui pra mim, depois vá até a cozinha e encha a mamadeirinha de suco dela, por favor. - Mamãe.

- É pra já! - O papai se levantou de onde estava e foi até mim. Eu me sentindo protegida pelos braços fortes dele quando me pegou, queria dizer "Baby ama, mas da minha boca só saíam sons desconexos e ininteligíveis, dignos de uma bebê de 4 meses.

- O que foi princesinha? Ta querendo dizer algo pro papai, é? 
-Ai amor, para, ela deve estar falando que ta com sede, faz calor, vai lá fazer o que eu pedi, vida... e me dá ela aqui...

O papai fez o que ela pediu e quando ficamos as duas sozinhas...

- Como vai a menininha da mamãe? - E me deu um beijinho na testa.
- Hum, que cheirinho de bebê gotosa da mamãe!

O papai voltou com o suco.

- Olha o que que eu tenho aqui? - e chacoalhava a mamadeira. - Mas eu só dou se falar papai!

Eu juro que tentei, mas só saía "Ahahahaha." 

- Quase lá, falta pouco.

- Ai, amor, para! Dá logo pra menina, bênção...

- Ta bem, vocês cortam meu barato... - Papai falou rindo e entregou a mamadeira pra mommy que a colocou em minha boca.

- Mama tudo ta, filha? Senão o contra vai beliscar o neném bem aquiiiii - E me deu uns tapinhas no bumbum de fralda.

- Eu comecei a dar um chorinho fingido que queria dizer: "Não, o contra não!"

- Ta bom, mentira, ele não vai vir não, mas então mama.

Eu terminei de tomar o suco e foi mais uma festa...

- É isso aí, florzinha da mamãe! merece muitos beijinhos. - E me encheu de beijos.  - E muitas cosquinhas também! - O papai veio e começou a me fazer cócegas.

- Não, amor, assim ela vai passar mal!

- Brincadeira, viu? Papai ama. Agora me dá ela aqui mais um pouco. - E me pegou do colo da mommy e ficou passeando comigo pelo quintal e cantando sei lá o que.


Bom, galera, foi curtinho, mas deu pra entender... agora fui mesmo, e como não podia deixar de ser?

Mommy, daddy, baby ama.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Polêmica, daddy ou mommy que arruma um parceiro e abandona o baby

Estamos de volta, galera! Em primeiro lugar, gostaria de pedir aos amiguinhos leitores que orem, rezem, mandem energias positivas independente de sua crença pro meu daddy, amanhã, aliás hoje será um dia muito importante pra ele. Não vou dizer aqui pois trata-se de algo pessoal dele, mas posso garantir que ele precisa muito e merece conseguir essa graça. Por isso peço apenas as boas energias, orações etc pois acredito que qualquer energia que você acredita que rege o universo não precisa de nomes nem de motivos e sim de intenções, por isso mandem pensamentos positivos pro daddy da Camilinha que seja lá quem for que você vai pedir, irá entender com certeza!
Agora vamos ao motivo que realmente me trouxe aqui mais uma vez.
Tem uma coleguinha que está comentando no blog que inclusive quero agradecer de novo pelas palavras e por gostar dos posts, viu? Mas enfim, essa amiga disse que a mommy dela não a quis mais como baby depois que arrumou um relacionamento e por achar que o rapaz não aceitaria, a abandonou como mommy. Ainda continuam amigas, mas ela relata que sente muita falta da parte mommy e sofreu muito.
Minha opinião sobre isso: Como já citei em um post, adotar um ab é um compromisso que requer muita coragem e você tem que estar certo dessa decisão pois envolve sentimentos de um outro ser.
A partir do momento que a ligação se inicia, claro que não é exatamente a mesma coisa, mas a meu ver o ab se torna seu filho. Então digamos que você arrume um namorado / a e acha que ele não vai aceitar, ninguém é obrigado, mas eu acredito que da sua parte que está ali envolvido, você não deveria abandonar seu baby e dizer que se cansou de ser mommy / daddy dele só porque seu parceiro se nega a participar. Repito, NINGUÉM É OBRIGADO, mas se você realmente gosta do seu papel de cuidador, deve conversar com a pessoa e dizer: "Olha, eu tenho um amigo /a que é assim, assim e assado e meu compromisso com ele eu não pretendo romper. Se você não quer participar, tudo bem, não envolverei isso em nosso relacionamento, mas a minha parte eu vou fazer."
Sei que falar isso é fácil, talvez eu esteja sendo um tanto radical, mas eu penso que assim deve ser. Digamos que esse ab fosse seu filho, até mesmo adotivo. Se você arrumasse um namorado ia largá-lo porque o "padrasto / madrasta" não gosta? Nesse caso ainda é mais fácil porque a pessoa não mora com você e não existe a realidade de mãe e filho. Por isso não acho certo largar o ab de lado por causa do novo parceiro. Isso machuca demais os sentimentos. Eu que o diga.
Na minha experiência anterior, como já falei aqui, o cara só queria ter algo diferente no casamento falido dele que era à base de feijão com arroz kkkkk e decidiu adotar uma ab, mas era só desculpa pra ter duas mulheres, sendo que uma ele não podia comer. Aí na primeira dificuldade, a neurótica surtou e ele como se faz de santo e ela é muito burra, acabou.
Nem sei porque ainda falo tanto deles aqui... deve ser o trauma causado e a minha dificuldade de me livrar do passado...
Mas enfim, sei que causei mais uma polêmica aqui, mas como não canso de dizer, sou sincera e sincera sempre serei.
E quem acompanha o blog diariamente, sabe que o daddy é daddy por consideração, por exemplo: se a mulher tem um filho pequenininho e tem um namorado que a criança gosta muito, a mesma pode chama-lo de tio ou até mesmo de pai e no meu caso eu chamo o namorado da mommy de daddy.
Ele é muito compreensivo, respeitador e um grande amigo e por isso não se opõe à minha relação com a mommy, mas eu tenho certeza que se fosse outra pessoa que fosse contra, conhecendo minha amiga como eu conheço, ela faria como falei anteriormente, diria que tudo bem que ele quisesse ficar de fora, mas ela não ia deixar de ser minha mommy por causa disso. Falo com propriedade, pois minha florzinha jamais deixa alguém que ela gosta na mão.
O tempo que a conheço e tudo que já passamos é o suficiente pra eu ter certeza disso. Repito, temos uma ligação de alma.
Mas enfim, já me alonguei demais... desculpem se falei bobagens aqui, mas nunca me arrependo de um só post nesse cantinho. Agora eu fui! Bebeijos a todos e...

Mommy, baby ama e daddy, boa sorte, você vai conseguir, porque você merece! "baby ama.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

"controle e dominação excessiva de cuidadores

saudações, queridos leitores! Como vão todos? Espero que bem!
Faltam menos de duas semanas pra eu ver mommy, meu coração não se aguenta mais! Ontem já fui ao mercado fazer umas comprinhas pra garantir algumas coisinhas pra gente beliscar... confesso que nunca esperei tanto uma coisa como espero esse final de semana que vou passar com ela.
Mas hoje quero falar de outro assunto polêmico no meio infantilista que é o controle excessivo de cuidadores. Sim, isso existe! Tem daddy e mommy que adota um ab e por algum motivo se acha dono dele ou algo parecido, quer controlar tudo que ele faz, com quem fala, onde vai, parecem querer acorrentar seus babies e eu não acho isso certo.
Na hora da brincadeira, onde você é um bebê até tudo bem um certo controle, mas agora querer controlar sua vida, sua mente, seus passos, isso não... como sempre, vou contar uma experiência minha:
No primeiro dia que aquele casal infeliz resolveu me adotar já começou o problema. A primeira frase que ouvi foi:
"Se eu aceitar te adotar, quero que você corte totalmente vínculos com seu ex-daddy, não quero ver nada dele em suas redes sociais."
Isso seria aceitável se eles tivessem falado da seguinte forma: "Não seria melhor você não ver mais nada dele nas suas redes pra que não sofra? Não queremos que se machuque..." mas não, era da forma mais grosseira possível e hoje eu vejo isso... E o pior, é que mesmo depois de eu tê-lo bloqueado, eles continuavam mantendo contato com ele, principalmente ele e ainda ficava passando informações a meu respeito e quando eu falei que isso era errado, levei bronca, xingão, um monte de coisa... era tipo: "Faça o que eu mando, não o que eu faço."
Sem contar que ficavam controlando a hora que eu via meu whatsapp pela última vez, por isso eu acabei por desativar meu visto por último, acho isso uma idiotice sem tamanho.
Também ficavam controlando a hora que eu ia dormir, mandando dormir cedo, sendo que eles mesmos não faziam isso.
Não queriam que eu tivesse um facebook infantilista, queriam controlar os lugares que eu ia, regras, regras e só regras... eu peguei um nojo dessa palavra depois dessa relação... a última foi a gota d'água: "Só haverão conversas entre os 3 juntos, você nunca mais vai poder falar com algum separado." 
Essa foi uma merda de uma regra imposta pela insegura da mulher, aquela neurótica... aí quando ela veio com essa eu já mandei passear!
Enfim, agora com minha atual mommy eu sou tão livre... ela me trata como uma amiga, uma irmã, alguém que se quer bem de verdade, a preocupação dela é saudável, tudo entre nós é saudável.
Desentendimentos, claro que temos, mas como nenhuma das duas é neurótica, vitimista e do tipo que fica louca até com um "A" torto tudo se resolve e parece que nada aconteceu.
O daddy é daddy por consideração, porque ele é mais meu amigo mesmo, conversamos, nos damos bem, mas nada de controle também. Um dia me perguntaram: "Sua mommy e seu daddy não controlam seu facebook?" Eu respondi: "Não, de modo algum, são meus melhores amigos, anjos que Deus colocou em meu caminho, não meus donos."
E é assim que eu acho que deve ser uma relação mommy, daddy e baby. Amizade, companheirismo e liberdade acima de tudo.

Bom, por enquanto é só, quero ver se hoje trago mais um post... agora eu vou nessa e como sempre,

Mommy, daddy, baby ama!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O amor e a saudade que sentimos de nossos amados

Faaala galera! fiquei uns dias sem postar porque estava meio sem ideias e esses dias foram meio corridinhos... ontem tive o aniversário de um amigo e antes estava trabalhando com algumas montagens... (de vez em quando faço algumas produções de áudio pra passar o tempo... fiz uma pra mommy esses dias que queria dizer baby ama na linguagem de um bebê de 4 meses).
E por falar em baby ama, o post é sobre isso. muitos não entendem o quanto nós abs podemo-nos apegar a nossos cuidadores. Se der a liga, como eu costumava dizer antes, o apego é tão grande que quando eles estão longe é uma saudade que dói. Sentimos a falta deles como se fosse de algum familiar de verdade ou alguém que se ama muito. Confesso que nem quando minha mãe biológica viaja eu sinto tanta falta dela como sinto da mommy... se eu não falar com ela um pouquinho que seja meu dia parece não ter graça. Meu pai muito menos... nunca entrei em muitos detalhes de como é a minha relação com ele, mas a verdade é que nunca nos demos muito bem, ele foi alcoólatra até os meus 24 anos e nessa época, a única coisa que ele não fazia era bater, nunca foi agressivo.
Mas de resto sempre foi muito ignorante, nos tratava com muita grosseria e não era nada carinhoso. Lembro que quando eu chegava perto dele pra tentar fazer um agrado ele já dizia: "Que é, garota, não tenho dinheiro!"
Isso e outras coisas mais que ele fazia, nunca me bateu fisicamente, mas me causou mágoas profundas que me deixaram feridas na alma que dóem mais que tapas...
Até hoje ele me trata meio grosseiro, mas nem ligo mais, tenho que me acostumar, o que posso fazer?
Ele é do tipo que não pode ver ninguém chorando que já manda calar a boca.
Uma pessoa cheia de sentimentalismo como eu não dá certo com alguém assim e eu sou muito de carinho físico, como já expliquei aqui no blog. Quando gosto de alguém como amigo, seja homem ou mulher, trato com o mesmo carinho, sem maldade nenhuma... a maldade está nas pessoas que vêem... têm momentos em que eu me culpo por esse excesso de carência, mas acho que todo bebê deve ser assim, precisa do carinho do pai, da mãe, no meu caso, do daddy e da mommy.
Pelo menos eu sou assim, sinto uma saudade muito forte da mommy, fico triste quando não ouço a voz dela... pra mim ela tem a voz de um anjo...
nunca pensei que pudesse amar uma mommy assim como eu amo essa... da vez anterior eu achava que era fria, fazia tudo errado, mas não é, acho que a pessoa precisa fazer por merecer ser amada e eu não canso de dizer...
mommy, baby ama... e daddy, mesmo que você fique um pouco sem jeito, baby tbm te ama...

E com essa eu fui!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Um tabu no meio infantilista que deveria ser mais discutido

Oi oi povo que lê o blog! bão? Como diria o daddy? Bão... kkkkkkkkk
Hoje o post pode ser um pouquinho repulsivo pra alguns, mas é uma coisa tão corriqueira que vocês não deveriam sentir nojo. Claro que depende do ponto de vista. Logo vocês vão entender.
Pouco se fala no famoso número 2 no meio infantilista. "Ok, podem começar a enjoar!" 2, caquinha, totô, cocozinho, enfim, todo mundo faz e se você disser que não faz você é um et. Kkkkkkkk brincadeiras à parte.
Mas o que eu vejo são poucas pessoas admitirem que faz ou às vezes tem até vontade, mas não tem coragem porque é nojentinho, dá trabalho pra limpar e etc. Realmente, eu não tiro a razão delas, mas no meu ponto de vista, (repito, essa é a opinião pessoal de Camila S.) Quando isso acontece a brincadeira se torna mais realista.
Acredito que seja uma forma de dependência, de entrega total, não de torturar mommies e daddies kkkkkk mas é mais um modo de mergulhar no mundo dos bebês.
Eu por exemplo que quando estou em modo baby gosto de desligar quase todos os meus alertas, (deixo apenas o que faz voltar pra fase adulta a hora que tem gente estranha perto,) acho digamos assim normal fazer. Claro que têm momentos, você não vai deixar cair em público, né? Tem um limite, mas por exemplo: digamos que você está em casa sozinho com seu cuidador e de repente dá aquela vontadezinha, tem gente que não gosta mesmo e eu entendo e respeito, mas no caso dos abs totais como eu, não acho que precise voltar pro modo adulto só por esse momento, tirar a fraldinha e ir no banheiro fazer. É como um colega disse uma vez: "Não sei onde está o problema. A única coisa é que você não precisa sentar e seu banheiro está com você. E se fizer e já tirar pra não ter perigo de grudar na sua pele não tem problema nenhum, é mais fácil do que um bebezinho real que senta, engatinha, encosta o bumbum no chão... kkkkkk (hoje ta enjoadinho o post, né?)
Mas se tratando de infantilismo, tem que falar!
Existem também formas de diminuir o cheiro como comer vegetais, isto é: uma alimentação vegetariana, ou se você é como eu que não consegue ser assim, pode tomar suco de clorofila. "Onde eu acho isso pra comprar? Vou ter que dar um jeito..."
então, se tem essas formas, pra que se privar disso se você gosta de ser um bebê o mais realista possível?

Agora vou contar uma experiência pessoal.
Quando eu tive a mommy e o daddy anteriores eu não podia fazer, fui privada disso porque como já falei em um post lá atrás, aquela mulher sentia era nojo de mim... me deixava horas sem trocar e etc e eu já ficava incomodada só com o número 1, imagine com o 2... enfim, várias vezes de eu ir na casa deles, comer bastante coisas e quando sentia vontade, segurava porque não queria tirar a fraldinha e ir ao banheiro só pra isso.
A pior foi a última. E tinha comido um potinho inteiro de creme de avelã e já imaginam, né? A barriga borbulhava, dava solavancos, mas eu fui forte e resisti, não queria matar ninguém de nojo.
Foi difícil, mas graças a Deus já passou... eu fico pensando: "Alguém assim não conseguiria cuidar de um bebê de verdade porque no começo, quando eles têm a idade de 4 meses por exemplo, como é o meu caso em modo baby, eles fazem muito mais sujeirinha... kkkkkkk 
se acalmem, o post já está acabando... mas na verdade essa questão ainda é um tabu dentro do próprio meio. Como falei no começo do texto, talvez seja vergonha de assumir, não sei, mas enfim, acho que era isso galera.
Me desculpem mais uma vez pelo conteúdo, mas como nos sites infantilistas estrangeiros se fala disso sem medo eu resolvi escrever esse post, também inspirado em uma conversa de grupo de whatsapp ontem à noite.

Mas por enquanto eu fui!

Mommy, baby ama e daddy, baby ama também, por que não? hahahaha

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Retornando e como está meu carnaval

Olá, galera! Não, eu não esqueci do bloguinho nem de vocês, mas realmente eu andava muito mau e chateada esses dias e vou ser sincera, se me perguntarem se está tudo bem, digo que estou apenas remediada.
Melhor ficar assim do que sentir o bicho pegar... muitos acham errado esse tipo de anestesia, mas antes anestesiada do que sentindo dor.
Mas vamos parar de falar disso e ir direto ao que interessa.
Semana passada foi complicada, fiquei uns dias sem falar com a mommy depois daquele pesadelo e realmente achei que a tinha perdido... infelizmente mesmo sendo coisa da minha cabeça eu tenho esse medo. É irracional, fazer o que?
Mas eu tive uma conversa com o daddy, (não, ele não disse que é daddy mas eu que resolvi falar assim porque é mais curto do que escrever namorado da mommy kkkkkkk. E e eu o considero daddy porque eu que sei! kkkkkkkk)
Enfim, falei com ele e ele disse:
"Ela te quer muito bem, você é algo mais do que uma filha, uma irmã pra ela, ela sente sua falta quando não se falam." e isso mexeu comigo, então fui chegando de mansinho, não sabia como andavam as coisas, mas agora ficou tudo certo... definitivamente nossa ligação é de alma e pra quem achava que eu tinha perdido de novo, se enganou, eu e essa mommy já passamos por situações bem piores.
Enfim, aí minha família foi pra praia agora no feriado e como eu tinha que ficar em casa cuidando da minha gatinha e a casa que eles estão não é segura pra ela, eu não quis ir.
Ficamos as duas em casa e claro que eu não ia deixar essa oportunidade passar! Resolvi ter um feriado todo de baby com tudo que eu tenho direito. Fralda, chupeta, mamadeira, desenho e até sorvete!
Não sei que dia retornam, mas eu não estou com pressa nenhuma, quero aproveitar meu tempo o máximo possível... na verdade só faltava uma coisa, o colinho da mommy... ela só vai vir no fim do mês pra gente ir a um parque num passeio que ela ganhou.
Por falar nela, eu queria mais um post dela aqui no bloguinho... é que ontem tivemos uma conversa e ela disse que estava preocupada com o que eu ia comer na ausência dos meus pais e tal, aí eu perguntei: "Como uma mommy pensa? O que passa por sua cabeça?"
Ela me explicou, mas quem sabe se ela escrever aqui fique um pouco mais detalhado, não é?
Enfim, se alguém me perguntar como passei o carnaval, digo que passei fantasiada de baby. Bom, agora tenho que ir, bebês precisam trocar as fraldas de vez em quando... kkkkkkkkk brincadeiras à parte.

Mommy, baby ama.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Eu e meus relacionamentos

Salve salve leitores! Como prometido, aqui vai o post contando sobre meus relacionamentos e como eu os encaro hoje em dia.
precisei de muitas vivências pra chegar a essa posição e entender o que realmente sentia. Mas vamos lá.

Eu sempre fui aquela criança que gostava de ter alguém por perto cuidando e protegendo. Na época eu nem sonhava que podia existir uma coisa chamada infantilismo e hoje chego à conclusão de que isso nasce com a pessoa. (sim, já tem assunto pra outro post.)
Na escola eu poderia muito bem andar sozinha, mas não gostava porque queria sempre ter alguém por perto, saber que alguém estava ali mesmo que indiretamente preocupado comigo.
Aos 12 anos conheci aquele que viria a ser meu primeiro namorado. Ele enxergava, porém seu problema era epilepsia devido à falta de oxigênio no parto. (eu estudei em uma escola inclusiva, onde haviam vários tipos de pessoas com deficiência.)
Esse rapaz era 4 anos mais velho que eu, mas ainda estava na quinta série. No começo eu achava ele um chato, só ficava me perturbando, mas depois acabei me acostumando porque ele começou a demonstrar que queria cuidar de mim. 
Lembro que um dia fomos passear com a escola em um parque e ele tomava todo cuidado pra eu não tropeçar em pedras, acidentes na terra e etc e isso foi mexendo comigo, mas eu demorei pra começar a sentir um interesse a mais por ele. Aos 12 anos eu ainda queria brincar de casinha, assistir desenho e ser criança. (se bem que isso não mudou, né? kkkkk mas ok.)
Foi aos 14 que ele começou a me chamar mais a atenção e hoje eu entendo porque e no final vocês também vão entender.
Pra resumir a história, começamos a namorar e ele cuidava mais ainda de mim, me deixava sentar em seu colo e lembro que era eu que dava uma de bebê pra cima dele, falava fofinho, mas na época eu achava que era coisa normal entre namorados. Engraçado é que apesar de a gente fazer algumas coisas que namorados faziam como beijar e tal, eu não queria algo mais com ele, falando diretamente, sexo. Só queria o cuidado mesmo, gostava quando ele me deixava sentar em seu colo e ficava meio que me balançando como se faz com um bebê...
esse namoro durou 3 anos. Eu terminei o ensino médio e queria fazer faculdade, continuar minha vida e ele havia estacionado, era um tanto irresponsável, não cuidava da saúde e não tomava nem os remédios direito, aí eu cansei e aos 17 anos conheci meu segundo namorado.
Ele era 9 anos mais velho, mas a mentalidade... bom, sem comentários. Morávamos em estados diferentes e namorávamos pela internet. Nos víamos de 2 em 2 meses e nessa época meus pais pegavam demais no meu pé por causa dele... foi a época que eles queriam recuperar o tempo perdido por não terem me dado tanta atenção e isso me sufocou a ponto de eu querer casar e fugir pra casa dele.
Quando eu ia pra lá eu ficava um longo tempo e foi aí que conheci o sexo. Ele não conseguia me fazer sentir prazer e na época eu achava que tinha solução, a final, estávamos os dois aprendendo, mas não deu, sempre que tentávamos eu não gostava, não sentia nada, nada mesmo e começava a me culpar, "Por que eu sou tão fria?"
Coisas aconteceram, pessoas atrapalharam e o noivado acabou terminando. Sofri como condenada, emagreci, não comia, não dormia, apenas vegetava e não entendia porque, se ainda assim eu não sentia falta de sexo. Pra mim era algo adulto demais kkkkkkkkk
Enfim, fiquei uns 3 anos sem ninguém e nesse meio tempo meus desejos infantilistas que eu não sabia de onde vinham aumentaram mais ainda. (outro post.)
Sem aguentar mais, pesquisei e descobri o infantilismo e comecei a conversar com pessoas do meio. Conheci então meu primeiro daddy-namorado que comentei em outro post, que só queria sexo comigo. Durante a brincadeira eu estava de fralda e queria ser bebê e ele ficava tentando fazer coisas que eu não estava gostando, a final, bebês não beijam, não fazem sexo... ok.
Terminou também e como perdi meu primeiro daddy foi como perder um pai, doeu infinitamente. Depois desse eu tentei com um outro que se dizia daddy que também já comentei aqui, mas era outro tarado por garotas de fralda e ainda por cima dependente da mamãe.
Não teve nem coragem de vir me conhecer e ainda por cima me trocou por outra só porque ela deixou ele pôr uma fralda nela. Enfim, veio aquele que eu tanto xingo aqui no blog, o marido da neurótica.
Ele tem a minha idade e nos dávamos muito bem, ele parecia nunca cansar de me ouvir e sempre tinha alguma resposta boa pra me confortar e além disso vivia desabafando comigo que a vida com ela não era fácil, que ela cobrava demais dele, que muitas vezes ele se sentia esgotado, que se sentia escravo e que só não largava ela porque tinha medo dela se matar, (coisa que ela tentou fazer...)
isso fez com que eu me apegasse demais a ele, mas eu não queria tirar o marido dela, apenas não queria mais ela na minha vida, mas respeitaria o espaço dela. Ele tentou me persuadir a fazer sexo, dava em cima de mim e como eu estava carente, vulnerável e queria fazer de tudo pra agradá-lo e não perdê-lo eu quase caí nessa. Quase, porque não fui, definitivamente eu não gosto de sexo mesmo, sou aquele tipo de pessoa conhecida como assexual.
O prazer em minha vida está em ser bebê e ser cuidada. Posso ter cometido um grande erro, mas aquele cara se aproveitou de mim. O que ele queria mesmo era ter duas mulheres, com a desculpa de que uma ele não podia comer mas podia dominar emocionalmente...
talvez se a mulher dele não fosse tão chata e controladora, se ela não cobrasse com juros tudo que me fazia, me jogando na cara que eu não a valorizava talvez eu tentasse fazer tudo diferente. Só que quanto mais a pessoa quer te controlar, mais você quer correr e ela ficava: "Eu achava que seria o sol da sua vida, o centro do seu universo, sua melhor amiga..." pelo amor de Deus, né? Ninguém deve ser o centro do universo de ninguém...
eu me sentia em uma corrente que não conseguia sair porque ele me dominava emocionalmente, e quando se viu na saia justa tentou distorcer a história, mas eu tinha todas as provas e o desmascarei, mesmo saindo como a errada da história porque tem mulher que é burra, esfregam na cara que ela tem um traste do lado mas ela não quer enxergar.
No fundo eu tenho é pena dessa pobre coitada... mas chega de falar dela...
Só pra concluir o post, hoje eu tenho certeza de que eu não gosto de namorar, não procuro um relacionamento, no meu íntimo, apesar de não abrir mão da minha vida adulta e com responsabilidades eu gosto apenas de ser bebê e ser cuidada, mas isso é um tabu, porque muita gente não entende que pra mim, homem é igual a daddy. Entendi na prática que nunca serei capaz de amar como uma mulher adulta e sou feliz assim e por isso não me importo também de ser cuidada por uma mommy.
Eu amo a minha e ela não me cobra, não me controla, ela é amiga na dose certa, irmã na dose certa e mommy na dose certa. E só assim que uma relação dessas vai pra frente, com tudo dosado.
Eu ficaria muito feliz se pudesse considerar o namorado da mommy como daddy, mas também se não for, se ele não conseguir se acostumar, é lógico que eu entendo perfeitamente, porque não são todos que se acostumam com um adult baby.

Mas enfim, vou ficando por aqui, pessoal e desculpem o post tão longo, mas eu precisava dar minha opinião sobre relacionamentos...

beijos a todos e...

mommy, baby ama.

sábado, 23 de janeiro de 2016

A importância de um nome escolhido por seus papais ab.

Diga pessoal! Não falei que se tivesse mais um post eu voltava?
Pois é, voltei aqui pra falar de uma coisa que talvez não seja tão importante para alguns infantilistas, mas pra nim por exemplo, é bastante.
A importância de um nome escolhido pelo daddy / mommy ou pelos 2 em conjunto, caso tenha.
Isso faz com que nos sintamos queridos, amados e faz a brincadeira se tornar mais real quando ela está acontecendo.
Vou citar um exemplo: façamos de conta que meu nome real é Lavínia. Na época daqueles dois infelizes nojentos que falei no post de ontem, eles me deram o nome de Emily, que é como eu ainda estou assinando no blog, pois a mommy ainda não escolheu outro nomezinho de baby pra mim... kkkkkkkk
Então, Lavínia seria quando eu fosse viver minha vida normal, ir pros meus cursos, rodas de amigos que não sabem desse negócio, mas quando eu estivesse com a mommy eu ficaria bem feliz se ela me desse outro nome, um que ela gostasse, não sei.
Bem, isso é o que eu acho sobre a importância de se ter um nome de baby escolhido por seu daddy / mommy.
Bem, acho que hoje não volto mais aqui...
beijinhos a todos que lerem e mommy, baby ama.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Desabafos

"olá pessoal! Agora sim posso falar isso!
Então, hoje queria desabafar um pouco... fiz esse cantinho não mais pra soltar só coisas boas, mas também pra colocar fora tudo que me incomodar.
Bem, eu tenho um sério problema pra esquecer o que me fizeram no passado, seja recentemente ou lá em 1930 e isso acabou me gerando aquilo que meu médico diagnosticou como depressão...
na hora foi um choque, ninguém gosta de descobrir que tem uma doença, ainda mais uma que a sociedade julga como "fraqueza e falta de vergonha na cara."
Depois dessa descoberta eu decidi com a ajuda dele que era melhor entrar com medicamentos controlados... não, ainda não fui pros tarja preta e ele nem recomenda. No momento estou tomando só o vermelhinho mesmo.
Mas enfim, mesmo depois do início do tratamento, ainda tem dias que eu me sinto mal, a mommy diz que eu tenho que ter calma e sabedoria na hora de agir e eu sei que ela só quer me ajudar, mas não é fácil assim.
Vão ter dias que vou postar que estou apenas com vontade de chorar e queria um colinho nem que fosse virtual... no final da semana passada eu estava assim, por um motivo que tem a ver com meus pais, mas vou fazer posts separados pra falar da minha convivência com eles que não é nenhum pouco das melhores...
Mas hoje em especial queria falar do motivo mais recente que me causou uma crise tão forte de depressão que quase me levou dessa vida...
sem exageiros, pessoal... a baby quase foi embora mesmo... foi por isso que implorei pra minha mãe marcar neuro pra mim...
Antes de contar o motivo, queria dizer a quem não conhece bem o infantilismo e por ventura venha a ler esse blog, gente, não se deve brincar com os sentimentos de um adult baby... adotar um ab é como adotar um filho, você tem que ter certeza do que quer e se sentir muito seguro com relação a ele e principalmente, esquecer que ele é um bebê num corpo de adulto na hora da brincadeira e entrar totalmente no personagem de mommy / daddy dele...
Agora vamos à história.
No ano passado eu conheci um casal que no começo parecia muito gente boa, me ajudaram em um momento que precisei e isso me fez ser muito grata a eles no começo, mas meus amigos que os conheciam sempre me alertavam:
"Cuidado com esses dois, eles não são flor que se cheire, a fama deles não é muito boa."
Mas eu não entendia, achava que era porque não os conheciam direito...
deixei passar e mantive a amizade com eles, saímos algumas vezes juntos e tal e eu acabei achando que meus amigos estavam julgando sem conhecer.
Em meados de março eu tive um problema no meio infantilista com um cara que prometeu que seria meu daddy e cuidaria de mim, mas arrumou outra e nem pensou na promessa.
E como o rapaz desse casal citado acima era muito curioso e parecia a princípio estar querendo me ajudar eu desabafei tudo, falei que ele tinha me deixado e numa atitude de desespero acabei contando do infantilismo sem nem pensar no que poderia dar, eu só queria soltar, soltar e soltar.
Surpreendentemente na hora ele agiu diferente da forma que eu esperava, falou que queria saber como era adotar um adult baby, que seria uma experiência diferente e foi falar com a esposa dele que até então parecia minha amiga.
Mau sabia eu que estava sendo vítima de uma armadilha... pois o que eles queriam era apenas se achar diferente dos outros e os tais por estarem fazendo algo que a sociedade julga anormal, tipo: "Eu sou diferente, vocês não são..."
coisa bem típica de gemte medíocre e retardada que é o que eles são no fundo no fundo.
Ok, ele falou com a guria e ela aceitou, na época dizendo que queria me ajudar e que eu não ia passar esses momentos sozinha.
O tempo foi passando, eu ia à casa deles e lá me comportava como bebê, usando chupeta, fralda, mamadeira e tudo o mais, só que ele parecia estar seguro, entrar mesmo na brincadeira na época, mas ela não, eu nunca senti nela uma mommy, ela sempre me passava a sençação de insegurança, na ocasião eu não sentia, mas depois fui entender que a inveja dela do meu corpo era muito nítida, ela parecia ter nojo de mim na hora de trocar as fraldas e olha que eu nem fazia o número 2 pq como ab eu não faço na frente dos outros.
Isso é só uma parte... ela chegou a me deixar mais de 8 horas sem trocar com a desculpa de que era eu que tinha que avisar quando a fralda estivesse molhada. Que eu saiba, isso é coisa que os pais tem que saber.
"eu queria ser uma bebê totalmente dependente como eu estou sendo agora da minha atual mommy.
Continuando:
O jeito dela me irritava e em contrapartida, ele acabou se tornando meu melhor amigo, mas eu não sabia que era tudo falsidade.
Eu conversava mais com ele do que com ela, me sentia melhor como amiga dele do que dela e ela começou a me cobrar isso, insegura e problemática do jeito que é...
Na primeira discução eu falei pra ele que ela tinha ficado com ciúme de eu ter mais confiança nele, mas não tinha nada a ver, era só carinho de pai e filha a princípio.
Ele falava pra mim que ela estava pirando errado, que odiava mulher histérica que tinha ciúme de coisa inesistente e pra ela dizia que eu parecia não gostar mesmo dela, que eu era distante e etc e tal, um falso mesmo.
Como ainda estava no começo eu dei mais uma chance a ela, mas pra falar a verdade, por mais que eu tentasse, não conseguia fortalecer o laço com ela, ela era exigente, chorona, controladora, vinha querer me dar lições de moral, me mandar fazer coisas que nem ela fazia, querendo me dar exemplos que ela mesma não seguia...
Sem contar que queria viver me rastreando, aliás, os dois... sempre que eu saía tin ha que dizer onde ia e quando voltava, eles ficavam controlando minhas entradas no whatsapp e tudo o mais, e essa guria exigia que eu falasse com ela, mas nem sempre ela respondia. Era tipo:
"Eu posso te deixar no vácuo, mas ai de você se fizer isso, eu surto!"
Mas mesmo assim, por respeito a ele que parecia gostar de verdade de mim, eu resolvi levar por mais um tempo.
Porém devido à chatice e falta de compreenção da parte dela eu acabei me apegando a ele mais ainda, porque ele sim parecia ser o daddy perfeito e me compreender, depois fiquei sabendo porque ela jogou na minha cara que enquanto era ela que estava fazendo de tudo pra manter essa relação ele vivia ameaçando desistir.
Foi uma relação sofrida demais, por não querer perder principalmente ele como daddy, acabei me submetendo a coisas que não gostaria de citar aqui pq me dói muito.
A bomba estourou quando ele veio me contar que ela havia arrumado um baby virtual pelas minhas costas e isso me magoou profundamente, mas quando eu fui contar pra ela ele desmentiu, dizendo que não havia falado isso, e como ela é cega e burra acreditou.
a briga foi grande, ela veio dizer que eu não era amiga dela, que amigas tem que confiar e eu não fazia isso...
Aí eu explodi, falei pra ele que não queria mais ela como mommy, que se ele quisesse ser meu daddy ainda eu aceitava, mas que ela eu não queria mais e ele distorceu a história.
Falou que eu tinha confundido as coisas, misturado os sentimentos, que enquanto ele me via apenas como filha eu queria algo mais com ele... tudo mentira, era ele que vivia dizendo que era um desperdício uma menina de um corpo tão bonitinho ser uma adult baby e que ele queria... enfim...
Daí não deu mais... hoje eu só guardo uma profunda mágoa... daquela ridícula dizendo que eu não fui amiga dela, sendo que fiz coisas por ela que não faria por ninguém...
odeio jogar o que faço na cara das pessoas, mas nesse caso vou ter que falar... quantas vezes de eu levar ela pra sair por minha conta, porque ela precisava de alguém pra desabafar e a burra ficava aqui ouvindo as lamúrias dela... quantas vezes de eu sair da minha casa 9 da manhã de cabelo molhado, pegar um táxi e ir até a casa dela porque ela estava mau e ele trabalhando...
cheguei a pedir aos meus pais que arrumassem um jeito de levar uma cesta básica pra eles que na época estavam passando necessidade, segundo o que ela dizia, né?
Hoje em dia nem sei mais se isso é verdade...
Tudo isso me causa uma grande dor e pra finalizar eu só peço, mommy, por favor, tenha paciência pra concertar esse coraçãozinho aqui que foi reduzido a caquinhos e espere o tempo que for preciso pra que eu me recupere... vai ser um trabalho difícil, mas um dia termina... e como eu sempre costumo dizer,
"Baby ama..."

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

tentativa de mais um blog...

Eu poderia começar esse post com a famosa frase: "Oi, tudo bem com vocês?" Mas não, achei essa uma forma muito clichê de recomeçar pela décima vez um blog... mas já diz aquela frase: "Sempre é tempo de recomeçar e viver coisas novas..." 
Criei novamente um blog pra falar sobre o infantilismo que aos poucos estou tentando aceitar como parte da minha personalidade, embora ainda tenha muitos conflitos internos, mas acredito que agora terei grandes ajudas pra tentar resolvê-los aos poucos... pra que eu não me sinta tão anormal por esse fato como tenho me sentido ultimamente por ter esse lado comigo, vou equilibrar esse cantinho com coisas da minha vida "normal" e "adulta..." hora vão ser posts infantilistas, hora coisas do cotidiano.
"Por que o nome do blog, baby e mommy, mas amigas?"
simples, porque agora minha atual mommy vai postar aqui junto comigo! Sim, algo que nunca se viu dentro do infantilismo, pelo menos não aqui no brasil, o baby e o cuidador (daddy / mommy) postarem no mesmo blog, sempre foi feito tudo separado, mas aqui não, como a mommy é minha melhor amiga, pra que não dividir também isso com ela? Sendo assim, pra começar, nada melhor do que contar a nossa história!

Eu comecei a entrar frequentemente na internet por volta de 2009 e logo comecei a fazer muitos colegas. (Hoje em dia, depois de tudo que me aconteceu, escolho a dedo a quem vou chamar de amigo...) Enfim, conversa vai, conversa vem com pessoas de todo Brasil, eis que me aparece uma garota da mesma idade que a minha, (tínhamos 19 anos na época.) Moramos no mesmo estado, mas não na mesma cidade. Lembro que na época eu gostava das coisas que ela escrevia em um site daqueles que tem mural de recados e a pessoa que postar tem que mandar um endereço de e-mail. Constatei que ela usava pra postar, o mesmo endereço que usava como MSN e então a adicionei e começamos a trocar ideias. Houveram algumas diferenças de opiniões, devido ao gênio forte tanto meu quanto dela, já ficamos muito tempo sem nos falarmos, mas sempre voltávamos. Parecia haver uma ligação muito forte que nos fazia recomeçar o contato e a amizade virtual até então. "ficamos uns 5 anos só nessa e nesse meio tempo, quando estávamos de bem conversávamos sobre tudo kkkkk. Eu tive outras situações em minha vida que irei contando ao longo do tempo, mas dentre elas, uma descoberta interior que me deixou de várias formas, feliz, nervosa, nem tem mais adjetivos. Eu a princípio não pretendia expor para amigos de fora do meio infantilista essa minha situação, mas um dia essa amiga me pegou triste, cabisbaixa, respondendo monossilabicamente e como sempre perguntou: "Vc ta brava comigo florzinha?" sem demora respondi que não, que ela não precisava se preocupar, mas ela continuou: "To sentindo que vc não anda bem, tem sumido das redes com frequência... o que é flor? algo que eu possa te ajudar?" Ela é uma pessoa iluminada por Deus, gente... apesar do gênio forte, kkkkkk tem um coração que não cabe no peito e sabe guardar segredo. Então, como eu estava muito mau e se não colocasse pra fora poderia explodir, contei bem aos poucos, como se faz com qualquer pessoa que não é do meio e não sabe. Ela gosta de ler muito e depois me contou que foi pesquisar sobre o assunto por conta própria. Tinha parado por aí até então, pois ela começou a trabalhar e acabamos nos afastando dessa vez por motivo de falta de tempo mesmo. Eu entrei em uma depressão profunda que falarei disso em outro post também, comecei a tomar remédios, emagreci, fui ao fundo e isso me fez me afastar do meio virtual novamente. 
No final de 2015 eu já me sentia um pouco melhor e voltei aos grupos de whatsapp e outras redes. Então apareceu um convite para um almoço de confraternização de final de ano e o organizador que é meu amigo me disse que essa minha amiga viria lá da cidade dela para a festa. Pensei: "Finalmente vou saber quem é a dona daquela voz doce que me deu broncas muitas vezes, mas também me ajudou muito quando precisei..." espero que ela não se chateie por me ouvir falar assim kkkkkk. Chegou o dia. Eu estava sentada esperando chegar alguém conhecido... (ah! Esqueci de falar, mas somos deficientes visuais, eu total e ela baixa visão.) Esperando, esperando e dali há pouco ouvi aquela vozinha que eu jamais confundiria.
Levantei e a chamei pelo apelido que todos os amigos a chamam, ela respondeu e quando eu disse quem eu era ela quase pulou no meu pescoço kkkkkkk! "Sangue de Jesus, é você mesma, flor? Não acredito!" e me abraçou. Ficamos juntas fofocando o almoço inteiro e depois trocamos whats, prometendo não sumir nunca mais uma da vida da outra.
Foi aí que voltamos a tocar no assunto do infantilismo, pois eu contei pra ela uma decepção que havia sofrido poucos meses antes, (depois vai ter post pra isso também...) e papo vai, papo vem ela comentou em tom de brincadeira: "Flor eu sinceramente acho muito legal esse seu lado e juro que algum dia vou cuidar de você." Na hora eu pencei que ela tivesse falado da boca pra fora, só dei risada. Mas eu tinha convidado ela e o namorado dela pro meu aniversário e eles vieram. Ficaram hospedados na casa de um grande amigo nosso. Na sexta-feira foi a festa e no sábado eles quiseram que eu fosse passar a tarde com eles. Eu fui, mas me pegaram em um dia que meu lado bebê estava em um nível muito alto e até ali só ela sabia, embora eu às vezes fizesse umas brincadeirinhas, mas o nosso amigo e o namorado da mommy nem imaginavam o que podia ser. Almoçamos e tivemos que andar um bom tanto até uma sorveteria e eu me sentia muito cansada. O cansaço faz com que os níveis de infantilismo aumentem mais um pouco. Então, ao chegarmos na casa do nosso amigo  ela se sentou ao meu lado e me ofereceu seu colo. Eu fiquei um pouco sem jeito na hora mas aceitei. Tinha na bolsa uma chupeta velha que fazia tempo que estava guardada ali e com um gosto horrível que nem a água que ela passou pôde tirar o gosto, mas isso não importava. Eu pensei que só ficaria ali deitada no colo dela descansando de chupeta na boca, mas surpreendentemente ela entrou em modo mommy e foi algo que eu juro, nunca tinha experimentado na vida, pois minha mommy anterior era extremamente forçada e insegura, depois vou falar sobre a decepção que essa foi em minha vida... Enquanto o nosso amigo e o namorado dela saíram pra buscar um outro amigo que iria chegar e estava meio perdido...
"Ta gostosa a chupeta, filhinha?"
"Sim mamãe..." morrendo de vergonha kkkkkkk
"Cuidado pra não derrubar o celular, meu amor, bebês não podem brincar com celular, mamãe não quer que vc fique muito com isso."
"Mas minha prima de 7 meses já mexe no celular..." 
"hahaha mas não deve..."
Fomos cortadas de soco pelos 3 que chegaram, mas deu pra curtir um pouquinho... Eles vão voltar aqui no carnaval e ela falou que vamos brincar de novo e detalhe, o namorado dela sabe, mas ainda não sei como ele vai reagir na hora que vir a brincadeira, então não posso dizer que tenho um novo daddy também...
por enquanto é isso, galera! Beijos mommy, da sua bebezinha de 6 meses que vc costuma chamar, falta escolher o nome kkkkkkkkk