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quarta-feira, 6 de abril de 2016

"pedido de desculpas e muita sorte!

Diga lá, turminha! Primeiro quero pedir desculpas pelos meus 2 últimos posts que foram um tanto cascudos e cheios de espinhos, minha intenção não é fazer disso aqui um lixo virtual cheio de agressões, mas tem horas que é preciso desabafar um pouco. Mas não direi mais nada, porque acho que onde eu queria atingir já está queimando kkkkkkkk mas vamos ao que interessa!
Eu mudei de casa, como todos sabem, saí da casa dos meus pais e vim morar com um amigo de infância, conheço ele desde que eu tinha 5 anos, para mim é como se fosse meu irmão mais velho. Ele também é cego, sendo assim, aprendemos juntos. Cometemos erros, como todos fazem, iiiih, se vocês soubessem as gafes que já nos metemos kkkkkkk qualquer hora vou contar algumas pra vocês rirem um pouco.
Mas enfim, contei do infantilismo para esse meu amigo e ele aceitou de boa e melhor, topou tentar a experiência de ser meu daddy. Até agora só houve uma mamadeira no colinho e umas brincadeiras só conversando mesmo, mas como eu estava falando em meu grupo de whats, incorporo uma bebê real, até eu me surpreendo.
Só espero que a mommy não fique chateada, pois eu não a troquei e nem quero fazer isso! Eu a amo e sinto muita falta dela... ela anda um pouco distante de mim e eu não sei porque, mas ainda é minha mommy que baby ama...
com essa agora eu posso dizer que sou uma pessoa muito sortuda, pois tenho a mommy, o daddy namorado da mommy e o daddy que mora aqui comigo e está aprendendo e muito bem por sinal.
Tem como uma baby dessa se sentir sozinha? não, né?
Bom, vou fechando por aqui e agora o final dos posts vai ser assim:

Mommy, baby está morrendo de saudade, quer colinho... daddy L e daddy R baby ama os 3, incondicionalmente!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Só deixando as palavras fluírem...

Diga turma! Beleza com todos?
Por aqui quase do mesmo jeito... sabe, eu comecei a participar de peças de teatro online que alguns colegas deficientes visuais como eu gravam em áudio e como sempre gostei dessas coisas, achei uma ótima oportunidade pra passar o tempo e pra eu não ficar tão dentro de mim mesma... só na primeira semana já consegui 3 papéis, um de uma garota rica que os pais não dão nem bola, (muito parecido com minha vida real, com a diferença de que eu não sou rica...) mas tem uma parte que a garota conta pra amiga que é infeliz e os pais não dão atenção e eu confesso que chorei de verdade gravando essa parte, porque de certa forma eu estava falando de mim mesma, através de uma personagem...
a outra eu ainda não comecei, mas coincidentemente, vou fazer uma garota que se chama Camila, nome que minha amada mommy me deu...
E o último eu ainda não sei do que se trata, pois não recebi os textos, mas com certeza vou me dedicar a todas elas...

sabe o que me deu mais raiva esses dias? É que hoje já é quarta e nós ainda comemos alguns restinhos da comida de domingo e segunda e a miserável da minha mãe fez todo aquele barulho, só pra mommy não vir aqui... cada vez que lembro disso começo a chorar... não sei como alguém pode ser assim...
se ela não me deixar visitar a mommy na "páscoa a briga aqui vai ser muito feia.

Mas enfim, hoje não tinha nenhum assunto específico, era só pra desabafar mais um pouco mesmo e pra terminar gostaria de deixar uma frase bem filosófica que encontrei em um site infantilista americano:

"O banheiro é como um telefone fixo e a fralda é como um celular, mas curiosamente, ambos permitem que você atenda à chamada da natureza."
Pense nisso... o celular você pode mexer nele onde quiser e a até deitado, agora o telefone você é obrigado a ficar parado em um lugar só... sou muito mais o celular kkkkkkkkk
 
fuuui! Ah, mommy, melhoras pra vc que está dodói e daddy, baby ama, os dois, muito!

bebeijos.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Dinheiro não substitui amor...

Olá pra todos. Hoje ainda estou com meu coraçãozinho machucado, principalmente por saber que minha mãe fez o que fez só mesmo pra estragar o pouco de alegria que eu teria nesse fim de semana... hoje cedo eu fui até a geladeira pegar refrigerante e vi que lá estavam duas bacias cheias de carne, sendo que ela tinha falado que se a mommy viesse eu teria que dar dinheiro pra comprar...
deu toda aquela briga que já contei aqui e eu claro, não dei dinheiro nenhum. Aliás, não estou nem querendo falar com ela... ainda ecoa em minha mente ela me chamando de encosto e falando que poderia ter feito um aborto...
ainda pra ajudar tem gente que fica falando pelas minhas costas que eu reclamo de barriga cheia e que minha família me dá do bom e do melhor e eu sou muito ingrata... ok, posso até ter um pouquinho de conforto material, como eu sempre digo, não vivo no lucho, não sou rica, vivo na simplicidade, mas nunca me faltou nada, graças a Deus, mas coisas materiais não substituem carinho. De que adianta eu ter boa comida na hora certa, minhas próprias coisas se quando eu preciso de um carinho não tenho? Meus pais podem ter me criado com tudo da melhor qualidade, mas isso jamais compensou a ausência deles.
Altas vezes de eu começar a contar algo pra minha mãe e ela dizer: "Cale a boca que estou assistindo a novela, não ta vendo?" Ou então: "Saia da frente da televisão, está me atrapalhando!"
Tudo isso me gerou machucados profundos na alma que sinceramente não sei se algum dia vão sarar. E como não podia deixar de ser, a amiga da minha irmã que meus pais gostam dela mais do que de mim, veio aqui pra passar mais um fim de semana e adivinhem? Meu pai foi levar ela em casa, porque estava chovendo e não queriam que a fulaninha de açúcar se molhasse...
Só não fico com mais ódio porque quando isso acontece eu penso na mommy e no daddy que não são sangue do meu sangue, mas sei que me amam, mesmo o daddy ficando sem jeito, mas eu entendo o lado dele. Quem nunca foi acostumado ou nunca ouviu falar de infantilistas, à primeira vista é um pouco espantoso ver uma pessoa que tem corpo físico de adulta, mas querendo ser bebê, mas eu penso que se um bebê de verdade pode derreter um coração, um adult baby também pode... kkkkkk tenho fé que algum dia ele vai me dizer: "Papai ama."
Só pra descontrair um pouco... nem ligo de estar cometendo um pecado, pois esses aqui que moram comigo me deram a vida, me puseram no mundo, mas meu coração é daqueles dois que estão longe fisicamente, mas com certeza mais perto do que eles aqui.
Na Páscoa eu vou ver minha amada mommy, preciso, necessito do colo dela, preciso muito de carinho físico...

Bom, gente, vou parar de chorar aqui no blog... vocês devem enjoar desses posts, mas são meus sentimentos, fazer o que? Mas eu fui, e

Mommy, daddy, baby ama.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Conto em forma de sonho ou sonho em forma de conto?

Oi, povo! Aqui vai o sonho / conto, espero que gostem.

Estava eu deitada em uma espécie de espreguiçadeira na varanda de uma casa desconhecida com uma chupeta na boca e uma fraldinha amarrada nela. O papai e a mamãe estavam conversando sentados ali próximo e eu sabia que era sobre mim.

- Amor, não é linda nossa princesa? Já está com 4 meses, eu não queria que ela crescesse nunca... - Mamãe.

-Pois é, amor, nem eu... - O papai falou meio sem jeito, ele parecia ainda não ter se acostumado com a ideia de ter uma bebê.

Amor, pega ela e traz aqui pra mim, depois vá até a cozinha e encha a mamadeirinha de suco dela, por favor. - Mamãe.

- É pra já! - O papai se levantou de onde estava e foi até mim. Eu me sentindo protegida pelos braços fortes dele quando me pegou, queria dizer "Baby ama, mas da minha boca só saíam sons desconexos e ininteligíveis, dignos de uma bebê de 4 meses.

- O que foi princesinha? Ta querendo dizer algo pro papai, é? 
-Ai amor, para, ela deve estar falando que ta com sede, faz calor, vai lá fazer o que eu pedi, vida... e me dá ela aqui...

O papai fez o que ela pediu e quando ficamos as duas sozinhas...

- Como vai a menininha da mamãe? - E me deu um beijinho na testa.
- Hum, que cheirinho de bebê gotosa da mamãe!

O papai voltou com o suco.

- Olha o que que eu tenho aqui? - e chacoalhava a mamadeira. - Mas eu só dou se falar papai!

Eu juro que tentei, mas só saía "Ahahahaha." 

- Quase lá, falta pouco.

- Ai, amor, para! Dá logo pra menina, bênção...

- Ta bem, vocês cortam meu barato... - Papai falou rindo e entregou a mamadeira pra mommy que a colocou em minha boca.

- Mama tudo ta, filha? Senão o contra vai beliscar o neném bem aquiiiii - E me deu uns tapinhas no bumbum de fralda.

- Eu comecei a dar um chorinho fingido que queria dizer: "Não, o contra não!"

- Ta bom, mentira, ele não vai vir não, mas então mama.

Eu terminei de tomar o suco e foi mais uma festa...

- É isso aí, florzinha da mamãe! merece muitos beijinhos. - E me encheu de beijos.  - E muitas cosquinhas também! - O papai veio e começou a me fazer cócegas.

- Não, amor, assim ela vai passar mal!

- Brincadeira, viu? Papai ama. Agora me dá ela aqui mais um pouco. - E me pegou do colo da mommy e ficou passeando comigo pelo quintal e cantando sei lá o que.


Bom, galera, foi curtinho, mas deu pra entender... agora fui mesmo, e como não podia deixar de ser?

Mommy, daddy, baby ama.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O amor e a saudade que sentimos de nossos amados

Faaala galera! fiquei uns dias sem postar porque estava meio sem ideias e esses dias foram meio corridinhos... ontem tive o aniversário de um amigo e antes estava trabalhando com algumas montagens... (de vez em quando faço algumas produções de áudio pra passar o tempo... fiz uma pra mommy esses dias que queria dizer baby ama na linguagem de um bebê de 4 meses).
E por falar em baby ama, o post é sobre isso. muitos não entendem o quanto nós abs podemo-nos apegar a nossos cuidadores. Se der a liga, como eu costumava dizer antes, o apego é tão grande que quando eles estão longe é uma saudade que dói. Sentimos a falta deles como se fosse de algum familiar de verdade ou alguém que se ama muito. Confesso que nem quando minha mãe biológica viaja eu sinto tanta falta dela como sinto da mommy... se eu não falar com ela um pouquinho que seja meu dia parece não ter graça. Meu pai muito menos... nunca entrei em muitos detalhes de como é a minha relação com ele, mas a verdade é que nunca nos demos muito bem, ele foi alcoólatra até os meus 24 anos e nessa época, a única coisa que ele não fazia era bater, nunca foi agressivo.
Mas de resto sempre foi muito ignorante, nos tratava com muita grosseria e não era nada carinhoso. Lembro que quando eu chegava perto dele pra tentar fazer um agrado ele já dizia: "Que é, garota, não tenho dinheiro!"
Isso e outras coisas mais que ele fazia, nunca me bateu fisicamente, mas me causou mágoas profundas que me deixaram feridas na alma que dóem mais que tapas...
Até hoje ele me trata meio grosseiro, mas nem ligo mais, tenho que me acostumar, o que posso fazer?
Ele é do tipo que não pode ver ninguém chorando que já manda calar a boca.
Uma pessoa cheia de sentimentalismo como eu não dá certo com alguém assim e eu sou muito de carinho físico, como já expliquei aqui no blog. Quando gosto de alguém como amigo, seja homem ou mulher, trato com o mesmo carinho, sem maldade nenhuma... a maldade está nas pessoas que vêem... têm momentos em que eu me culpo por esse excesso de carência, mas acho que todo bebê deve ser assim, precisa do carinho do pai, da mãe, no meu caso, do daddy e da mommy.
Pelo menos eu sou assim, sinto uma saudade muito forte da mommy, fico triste quando não ouço a voz dela... pra mim ela tem a voz de um anjo...
nunca pensei que pudesse amar uma mommy assim como eu amo essa... da vez anterior eu achava que era fria, fazia tudo errado, mas não é, acho que a pessoa precisa fazer por merecer ser amada e eu não canso de dizer...
mommy, baby ama... e daddy, mesmo que você fique um pouco sem jeito, baby tbm te ama...

E com essa eu fui!

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Retornando e como está meu carnaval

Olá, galera! Não, eu não esqueci do bloguinho nem de vocês, mas realmente eu andava muito mau e chateada esses dias e vou ser sincera, se me perguntarem se está tudo bem, digo que estou apenas remediada.
Melhor ficar assim do que sentir o bicho pegar... muitos acham errado esse tipo de anestesia, mas antes anestesiada do que sentindo dor.
Mas vamos parar de falar disso e ir direto ao que interessa.
Semana passada foi complicada, fiquei uns dias sem falar com a mommy depois daquele pesadelo e realmente achei que a tinha perdido... infelizmente mesmo sendo coisa da minha cabeça eu tenho esse medo. É irracional, fazer o que?
Mas eu tive uma conversa com o daddy, (não, ele não disse que é daddy mas eu que resolvi falar assim porque é mais curto do que escrever namorado da mommy kkkkkkk. E e eu o considero daddy porque eu que sei! kkkkkkkk)
Enfim, falei com ele e ele disse:
"Ela te quer muito bem, você é algo mais do que uma filha, uma irmã pra ela, ela sente sua falta quando não se falam." e isso mexeu comigo, então fui chegando de mansinho, não sabia como andavam as coisas, mas agora ficou tudo certo... definitivamente nossa ligação é de alma e pra quem achava que eu tinha perdido de novo, se enganou, eu e essa mommy já passamos por situações bem piores.
Enfim, aí minha família foi pra praia agora no feriado e como eu tinha que ficar em casa cuidando da minha gatinha e a casa que eles estão não é segura pra ela, eu não quis ir.
Ficamos as duas em casa e claro que eu não ia deixar essa oportunidade passar! Resolvi ter um feriado todo de baby com tudo que eu tenho direito. Fralda, chupeta, mamadeira, desenho e até sorvete!
Não sei que dia retornam, mas eu não estou com pressa nenhuma, quero aproveitar meu tempo o máximo possível... na verdade só faltava uma coisa, o colinho da mommy... ela só vai vir no fim do mês pra gente ir a um parque num passeio que ela ganhou.
Por falar nela, eu queria mais um post dela aqui no bloguinho... é que ontem tivemos uma conversa e ela disse que estava preocupada com o que eu ia comer na ausência dos meus pais e tal, aí eu perguntei: "Como uma mommy pensa? O que passa por sua cabeça?"
Ela me explicou, mas quem sabe se ela escrever aqui fique um pouco mais detalhado, não é?
Enfim, se alguém me perguntar como passei o carnaval, digo que passei fantasiada de baby. Bom, agora tenho que ir, bebês precisam trocar as fraldas de vez em quando... kkkkkkkkk brincadeiras à parte.

Mommy, baby ama.

sábado, 23 de janeiro de 2016

A importância de um nome escolhido por seus papais ab.

Diga pessoal! Não falei que se tivesse mais um post eu voltava?
Pois é, voltei aqui pra falar de uma coisa que talvez não seja tão importante para alguns infantilistas, mas pra nim por exemplo, é bastante.
A importância de um nome escolhido pelo daddy / mommy ou pelos 2 em conjunto, caso tenha.
Isso faz com que nos sintamos queridos, amados e faz a brincadeira se tornar mais real quando ela está acontecendo.
Vou citar um exemplo: façamos de conta que meu nome real é Lavínia. Na época daqueles dois infelizes nojentos que falei no post de ontem, eles me deram o nome de Emily, que é como eu ainda estou assinando no blog, pois a mommy ainda não escolheu outro nomezinho de baby pra mim... kkkkkkkk
Então, Lavínia seria quando eu fosse viver minha vida normal, ir pros meus cursos, rodas de amigos que não sabem desse negócio, mas quando eu estivesse com a mommy eu ficaria bem feliz se ela me desse outro nome, um que ela gostasse, não sei.
Bem, isso é o que eu acho sobre a importância de se ter um nome de baby escolhido por seu daddy / mommy.
Bem, acho que hoje não volto mais aqui...
beijinhos a todos que lerem e mommy, baby ama.

deficientes visuais e eventos familiares

Oi oi de novo galerinha! Hoje vou sair um pouco do infantilismo... falei que aqui ia ser equilibrado e que minha vida não se resume a isso, mas vamos lá.
Eu participo de vários grupos no whatsapp. (Sim, sou viciada e assumo, negar pra que) kkkkkkk. Então, em um desses grupos tem aqueles que eu digo que são os melhores amigos, aqueles que eu converso e zoo o dia inteiro e não enjoo.
Que são a mommy, o namorado dela, o nosso amigo que hospedou eles na casa dele e um outro que foi lá nos encontrar naquele dia que estávamos lá.
Mas não é bem sobre isso que vim falar, é que como já falei em outro post, somos todos deficientes visuais e conversávamos ontem a noite sobre uma coisa que é muito comum acontecer com cegos.
Ficarmos isolados em festas de família. Sim, quando temos uma turma de semelhantes fazemos tanta bagunça que não ta escrito, agora quando se trata de cada um sozinho com sua família a conversa é outra.
Ontem foi o aniversário da minha irmã menor e fizeram uma festa pra ela com família e um bando de amigos adolescentes.
Antes de sair de casa eu falei pra turminha: "Vocês é que vão me fazer companhia, pois nesse tipo de evento eu sou aquela largada num canto mexendo no celular..."
todos eles falaram o mesmo, que perto de seus parentes pareciam estátuas ou enfeites da festa ou mesmo alguém que o pessoal só dá comida porque ta ali...
a conversa foi longa... enquanto eu estava lá comendo com meus parentes do lado conversando animadamente e eventualmente me oferecendo comida eu ia contando pro grupo o que ia acontecendo e era como se eles estivessem ali comigo.
a gente se zoa e dá risadas o tempo todo naquele grupo... mas nem todos sabem que sou infantilista porque não é algo que gosto de ficar contando... só a mommy e o namorado dela mesmo que sabem, os outros não precisam saber, são meus melhores amigos do lado adulto de mim kkkkkkk
Eu tento manter maior equilíbrio entre os dois lados. Sei que no meio existem alguns que gostariam de viver o famoso 24 / 7 mas eu não...
como sempre digo pra mommy, não abro mão do meu lado mulher, aquela que gosta de se sentir bonita, se arrumar pra sair, ir pros cursos, curtir happy hours...
Eu só não quero arrumar namorado, mas isso é coisa pra outro post.
Não quero de jeito nenhum perder a garota de 26 anos que sou, aquela que tem sonhos como qualquer outra pessoa. Por mais que eu esteja dentro de um ônibus lotado indo pro curso, ouvindo música e com a cabeça na minha casa, uma mamadeira de leite com chocolate e uma chupeta,
se alguém me perguntasse se eu queria viver isso a vida inteira eu diria que não, meu lado mulher também precisa ter força... sinceramente, com todo respeito eu não entendo o que se passa na cabeça de quem gostaria de viver o infantilismo 24 / 7... por mais carente que eu seja eu não conseguiria, pois meu lado adulto é muito independente e decidido...

Bom, galera, por agora é isso, se tiver algo pra escrever mais tarde, com certeza eu volto.
E a mommy ainda vai postar aqui, eu já autorizei o e-mail dela, basta ela ter um tempinho kkkkkk
Mas então eu fui, galera.
PS. Mommy, baby ama.