terça-feira, 6 de setembro de 2016

Um dos causadores de querermos desistir do infantilismo, a teoria do "Ter que, quando"

Oi oi minha gentem! Kkkkk e aí, tudo bão coceis? Hoje eu to que to!
Vamos pro post quase nada filosófico de hoje? Prometo não mais complicar como fiz ontem, mas eu tenho muitas coisas a expor pros leitores a respeito de relações daddy-mommy / babby presencial e ou real. Mas hoje não vai ser bem isso: falaremos agora do fato conflitante de muitos tentarem negar, engolir o infantilismo. Claro que eu fiz isso! Quem me acompanhava há duas semanas atrás, sabe que eu estava decidida a me dopar de remédios e apenas vegetar, pra não sentir mais nada e anestesiar minha vida, inclusive os sentimentos relacionados ao infantilismo.
Mas isso é o certo? Não, vcs sabem que não.
Mas até um tempo atrás eu tinha uma visão minimalista de que vc não é capaz de deixar o infantilismo porque nasceu fadado a ter esse desejo. Eu sabia disso, mas não sabia explicar pq. Agora vamos tentar esclarecer mais ou nenos como funciona.
Vivemos no mundo do "Ter que, quando." O que é isso?
A lei da vida é que nascemos e temos um tempo certo de sermos bebês, usar fralda, mamadeira, chupeta e tal, mas para a sociedade dita normal, isso uma hora tem que acabar e muitas vezes causam comflitos na mente do pequeno.
Sofrem pressão dos pais, que também sofreram pressão. Já pararam pra pensar que quando vc era pequeno alguém pode ter falado pra sua mãe: "O fulaninho é menor que seu filho e já faz isso ou aquilo..." Já pensaram que isso pode dar a eles um sentimento de culpa e fazer com que eles pressionem quando não deve? Enfim, tudo tem a causa da causa.
Mas ok, voltamos pro "Ter que, quando."
Chega a hora de vc ir pra escola e vc começa a sentir medo de sofrer bullying por algum motivo, mesmo que inconsciente, por exemplo: vc acredita que seu melhor amiguinho da escola não usa mais fralda, nem chupeta, nem nada. Mas vc na realidade sabe o que realmente acontece com ele? O que ele sente?
Lógico que não! Repito a história de ontem, os pensamentos são virtuais, não incorporam a realidade do objeto pensado.
Tipo: vc pode achar que é um lixo, um nada por gostar ainda de usar chupeta ou fralda, mas pro seu coleguinha vc é o melhor amigo dele.
O sentimento de culpa que nos toma é a base do "Ter que, quando."
Vc pensa: "Eu sou um adulto, trabalho, estudo e etc, não deveria querer ser bb, mas vc sabe se seus amigos pensam isso?
Não sabem nem o que eles realmente pensariam se soubessem desse seu gosto peculiar.
Por isso que eu repito quantas vezes for preciso: "Não se julgue dentro da mente dos outros." Saiba que todo ser humano é tão imperfeito quanto vc. O que vc acha de si mesmo não é o que eu ou outra pessoa acha.
Então, se vc pensar em desistir, lembre-se disso: pra vc, vc pode ser o bbzinho imaturo e infantil que não sabe se bastar e precisa de cuidado, um lixo, mas pras pessoas que gostam de vc, vc pode ser o cara legal, simpático, que sabe conversar, um excelente profissional? Ok? Vamos tirar os grilinhos da cabeça, galera! Vc não é em mim o mesmo que é em vc!

Agora pra terminar, vamos a outro conselho ótimo para estreitar relações cuidador / baby?
Vcs conversam e a pessoa tem alguma dificuldade em alguma coisa que gostaria de melhorar ou aprender mais, não importa o que seja. Uma matéria escolar, um ato, enfim, qualquer coisa. De repente vc é relativamente bom justamente nessa coisa que a pessoa tem dificuldade. O que se pode fazer é tentar ensinar o que sabe e tomar dela como um dever, não afim de criticar ou diminuir, mas afim de mostrar que vc tem interesse em ajudar aquela pessoa nessa atividade que ela tem dificuldade e mostrar a ela que não é um bicho de 7 cabeças, resumindo, ensinar. Isso ajuda a aproximar mais o cuidador do pequeno e vice versa.
Como somos e gostamos de ser crianças, às vezes é bom voltar aos tempos nostálgicos de lição de casa kkkkkkkk mas com a diferença de que não é um professor chato que vai te dar nota no final do bimestre e te criticar se vc estiver errado, mas sim, seu daddy / mommy.

Como gosto de simplificar explicando experiências minhas, vou lhes contar uma.
Ano passado eu fiz a primeira parte da prova do Enem. "as humanas e natureza, que eu sou particularmente boa. Mas não quis ir no dia das exatas, pq? Simples, pq eu não sei fazer cálculos e não tinha ninguém pra me ajudar nessa parte, ninguém que pudesse estudar comigo.
Até hoje eu sou cabreira com provas e concursos p causa das malditas exatas.
Bem, isso é só um exemplo. Vc pode melhorar até a capacidade cognitiva do seu / sua pequena.

Ficou grande, né? Me perdoe os erros, gente, eu ando com dificuldade pra digitar, se tiver alguma falha na ortografia, mil desculpas.

Bebeijos a todos,

Daddy, baby ama!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

EMPATIA, ALGO QUE VAI ALÉM DA GEOGRAFIA!

E aí, meus amiguinhos leitores? Kkkkkk nem parece eu falando, né? Então... como vão todos? Estável? Pois é.
Hoje vamos falar de uma coisa que é outro tabu, não só no meio infantilista, mas em qualquer tipo de relacionamento online ou presencial. (Não usarei aqui mais os termos real e virtual e vcs já vão entender pq.)
Quem já leu os trabalhos do famoso psiquiatra e escritor Augusto Cury, já deve ter ouvido falar da teoria da inteligência multifocal. Nessa teoria, prega-se que toda realidade que vivemos, seja de nós mesmos ou de outrem, são virtuais e não reais.
Nikita, vc está louca? Não, meus amigos, não estou e agora vou explicar.
Por que que quando conversamos com alguém e ouvimos seus desabafos, suas alegrias e qualquer outra coisa, muitos de nós às vezes não conseguimos sentir nada?
Simples, porque não estamos dentro da mente do outro. Mas isso é óbvio!
Sim, mas em contrapartida, por que que da mesma forma, quando ouvimos alguém, parecemos sentir o que essa pessoa está sentindo?
A resposta é empatia.
No começo, antes de eu estudar essa teoria eu era do mesmo pensamento de muitos aqui, que pra ser real precisa ser físico.
Não exatamente. É claro que o físico também é muito importante, ainda mais pra nós seres humanos, que embora alguns tentem negar, gostamos de proximidade. Ninguém gosta de ser sozinho, pois ninguém é uma ilha.
Eu sinto vergonha de mim mesma quando lembro que eu pregava a teoria do: "Tem que se bastar, é preciso se bastar."
Pois isso é uma utopia. Em qualquer área da vida, seja profissional, sentimental ou qualquer outra, ninguém se basta. Somos seres dependentes uns dos outros.
Mas ok, vamos parar de filosofar senão vcs vão cansar de ler o post e vamos logo pra onde eu quero chegar:
Bem, muitos de vcs podem se queixar de sentirem-se sozinhos na própria casa, mesmo cercado de pessoas. Ou sozinhos em um relacionamento, porque parece que o outro não está ali.
Eu já me senti assim. Em meu outro relacionamento com aqueles dois urubus eu me sentia mais sozinha do que acompanhada.
Mas eles foram seus papais reais, cuidaram de vc, te trocaram, te deram mamadeira... ok, mas eu não sentia empatia comigo por parte deles, me sentia sempre sobrando. Era quase palpável a sensação de que eles estavam fazendo aquilo ali pra tudo, menos pra me agradar ou por gostarem de mim.
Enfim, uma hora eu não aguentei. Mas não vamos lembrar deles de novo, né?
O fato é que não adianta se ter proximidade física se não se tem empatia. Ou vai dizer que quando vc conhece alguém vc já chega na pessoa e vai abraçando, beijando, etc. Creio eu que não.
Não tem nada mais gratificante do que vc dar e receber empatia. Chegar e: "Oi, Fulano, tudo bem com você? Como está seu dia, o que está sentindo, o que vc almoçou?" Isso é amizade, companheirismo, gente!
Isso vc faz até com pessoas de casa. Claro que quando se mora a quilômetros de distância a coisa muda um pouco, mas também é possível. Pergunte dos amigos da pessoa, como se chamam os pais dela, o que ela gosta de fazer, etc. A distância não é obstáculo pra nada, quando vc quer fazer parte da vida da pessoa. Nós gostamos quando demonstram interesse por nós. não aquele interesse bisbilhoteiro, de velha fofoqueira da esquina kkkkkkk mas o interesse saudável, tipo esse que eu falei, "O que vc gosta, o que não gosta..."
Ok, vamos agora pra parte do infantilismo.
Vc faz tudo isso que eu falei, cria empatia e tal, mas por algum motivo, tem que esperar o encontro real acontecer.
Não se deve desanimar, porque na verdade o que conta mais é a emoção que tal experiência te causa. Por exemplo: eu quando estava na casa daqueles dois, de fralda, chupeta e tudo, tecnicamente era pra eu estar nas nuvens de felicidade, mas nunca ou quase nunca estava.
Sempre ficava tensa, desconfortável, com aquela sensação de que não era ali que eu deveria estar.
Agora quando brinco com meu daddy atual, embora nosso relacionamento ainda seja online, eu sim me sinto nas nuvens. Por que? Por causa da empatia, por saber que mesmo de longe ele tenta fazer o melhor. Cada palavra de carinho, cada historinha que me conta, enfim, tudo, não tem preço que pague.
Eu não trocaria ele por dez daddies presenciais, porque não  seria a mesma coisa.
Enfim, vamos terminar aqui... eu até ia filosofar mais, mas não, nem sei se muitos vão entender esse post aqui kkkkkk mas o que eu queria passar era isso. "NÃO USAR A DESCULPA DA GEOGRAFIA!" Se vcs um dia querem, se houver a empatia, vão saber esperar o tempo que for pra que estejam pertinho.
Desculpem aí se ficou desconexo, mas desde quando pensadores falam coisa com coisa? hahahaha

bebeijos a todos e...

DADDY, BABY AMA!

domingo, 4 de setembro de 2016

Carente de atenção, não att whore!

Fala leitores, como vai o domingo? Aqui chovendo muito e eu no tédio, por isso estou escrevendo...
bem, hoje queria falar de uma coisa que acontece comigo. Eu sou extremamente carente de atenção. Isso mesmo, mas calma, tento ao máximo não me aproveitar disso.
Como tenho a alma de um bebê, isso inclui querer chamar a atenção o tempo todo, mas na verdade tenho consciência que isso se torna chato se não cuidarmos. Acabamos por invadir a privacidade e o espaço das pessoas que gostamos.
Mas ter aquilo que chamamos de disconfiômetro não quer dizer negar que somos assim, mas sim, saber contornar apesar da condição.
Tem gente que é assim e não admite, mas eu pelo menos tenho a noção de que isso é coisa minha, mas não deixa de doer.
Por exemplo, eu queria mais atenção do daddy, eu choro sempre que ele demora pra me responder, me sinto deixada de lado, como se não tivesse importância na vida dele. Calma, isso não muda o fato de eu saber que ele tem sua vida, estuda, tem outras coisas pra fazer, mas por outro lado acho que ele poderia sim me dar um pouco mais de atenção.
Eu tento focar em outra coisa, deixar pra lá, sempre tomando cuidado pra não fazer fiasco, mas sofro muito por dentro. Choro várias vezes por dia, mas não estou falando isso aqui pra ele se sentir culpado, não é culpa dele, aliás, não é culpa de ninguém, é um problema que eu tenho e não nego.
Ser carente de atenção não é o problema. O problema é ser invasivo e querer que a vida da pessoa gire em torno da sua e isso eu não faço. A forma que arrumei de sempre ter carinho é amando os gatos, que são animais fofos, companheiros e que são até mais carinhosos do que os cães, isso alivia um pouco o fato de eu estar me sentindo sempre sozinha.
Enfim, vcs devem estar assustados com esse post, né? mas aqui é o único lugar que não consigo mentir, que eu sou eu mesma, tanto que o próprio nome já diz, infantilismo realista.
Ok, por enquanto é isso, povo! Depois posto mais, bebeijos a todos!

sábado, 3 de setembro de 2016

De volta, cambada de leitores!

Oooi! Tem alguém aqui ainda?
"Eco"

E aí galera, como estão todos? Pensei em criar outro blog, mas não é preciso, basta mudar o nome deste.
Muito tempo passou, várias coisas aconteceram e eu sinceramente não sentia mais vontade de atualizar o bloguinho, devido a uma crise muito forte de depressão que me deu, mas enfim, vamos às atualizações?
Lembram que em meu último post eu falei que tinha saído da casa dos meus pais, vindo morar com meu amigo e até comentei que ele estava aprendendo a ser daddy? Pois é, ainda continuo aqui com ele, mas gente, não se aprende a ser daddy. Ou é, ou não é.
Como diria um colega, "Infantilista já nasce infantilista."
E o daddy e a mommy anteriores?
Continuam sendo meus melhores amigos, mas, devido ao pouco tempo que ela tinha e a falta de conhecimento dele, não deu tbm, apenas continua uma grande e respeitosa amizade.
Então vc está sem daddy de novo?
Aí é que está, não! Por incrível que pareça, achei a pessoa que tanto queria, onde menos esperava. Agora vamos à história:
No começo do ano quando criei o blog, tinha um cara que a princípio eu o achei bem chatinho e invasivo. (ele sabe disso, ta bom, gente?) kkkkk enfim, ele comentava em meus posts e eu até curtia os comentários dele, mas o achava desocupado demais, ao contrário de mim, que já tinha uma casa pra cuidar.
Ok, quando eu tinha tempo, ficava conversando com ele e acabei aprendendo a ter paciência e entendendo um pouco a ansiedade dele.
Pasmem, ele foi o único que não me deu o pé na bunda devido ao meu jeito ácido e extremamente cascudo de ser! Eu tinha liberdade de lhe falar tudo que eu pensava, inclusive que ele precisava parar de choramingar e ir a luta e isso não o afastou, pelo contrário, quanto mais eu falava, mais ele me dava razão.
Isso foi só um pouco. Ele tbm tentou me ajudar nas várias vezes que tentei engolir o infantilismo e jogar tudo pro alto. Queria desistir de tudo, mas como deixar algo que é parte sólida de sua personalidade?
Resumindo: eu quase desisti, mas ele não desistia, parece que ele sabia que se insistisse mais um pouco...
enfim, essa insistência dele começou a mexer comigo. Do nada eu comecei a sentir falta dele pegando no meu pé, me mandando mensagens no meio da tarde: como está minha amiga?" "Sinto sua falta, sabia?"
Aí fui eu que comecei a tentar chamar a atenção dele, mas ele no começo não entendeu, então, tive que ser direta. Mandei uma mensagem dizendo:
"É de vc que eu preciso, vc sabe disso, eu quero e vc tbm quer, então pra que ficar adiando?"
Não foi bem assim, foi mais ou menos. Ele disse sim! Na hora eu nem acreditei, achei que estava sonhando.
Só pra encurtar a história, conversamos muito e decidimos que queremos nos encontrar, quando der, não temos pressa, pois sabemos que nossa ligação vai além da geografia. Quando as almas estão ligadas, a distância é um mínimo detalhe.
Claro, não vou dizer que sempre foi tudo o sinônimo da perfeição, já tivemos discordâncias e tal, mas casais que se amam, argumentam.
E também eu tenho vergonha de entrar em certos assuntos, mas isso é algo que precisa ser trabalhado e isso só com o tempo e a ajuda dele. Ele leva as coisas de forma mais natural do que eu e isso com o tempo vai acabar quebrando meus tabus...
Bom, é isso aí, vou tentar atualizar isso aqui com mais frequência e se precisar casquear, vou casquear! Nada mudou.

Ok, galera? Então, fui!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

"pedido de desculpas e muita sorte!

Diga lá, turminha! Primeiro quero pedir desculpas pelos meus 2 últimos posts que foram um tanto cascudos e cheios de espinhos, minha intenção não é fazer disso aqui um lixo virtual cheio de agressões, mas tem horas que é preciso desabafar um pouco. Mas não direi mais nada, porque acho que onde eu queria atingir já está queimando kkkkkkkk mas vamos ao que interessa!
Eu mudei de casa, como todos sabem, saí da casa dos meus pais e vim morar com um amigo de infância, conheço ele desde que eu tinha 5 anos, para mim é como se fosse meu irmão mais velho. Ele também é cego, sendo assim, aprendemos juntos. Cometemos erros, como todos fazem, iiiih, se vocês soubessem as gafes que já nos metemos kkkkkkk qualquer hora vou contar algumas pra vocês rirem um pouco.
Mas enfim, contei do infantilismo para esse meu amigo e ele aceitou de boa e melhor, topou tentar a experiência de ser meu daddy. Até agora só houve uma mamadeira no colinho e umas brincadeiras só conversando mesmo, mas como eu estava falando em meu grupo de whats, incorporo uma bebê real, até eu me surpreendo.
Só espero que a mommy não fique chateada, pois eu não a troquei e nem quero fazer isso! Eu a amo e sinto muita falta dela... ela anda um pouco distante de mim e eu não sei porque, mas ainda é minha mommy que baby ama...
com essa agora eu posso dizer que sou uma pessoa muito sortuda, pois tenho a mommy, o daddy namorado da mommy e o daddy que mora aqui comigo e está aprendendo e muito bem por sinal.
Tem como uma baby dessa se sentir sozinha? não, né?
Bom, vou fechando por aqui e agora o final dos posts vai ser assim:

Mommy, baby está morrendo de saudade, quer colinho... daddy L e daddy R baby ama os 3, incondicionalmente!

domingo, 3 de abril de 2016

Atenção, tarados se passando por daddies! Cuidado!

E aí, cambada! Kkkkkk não reparem! Eu chamo meus leitores de apelidos carimhosos assim hahaha. E como estão?
Eu queria muito não ter mais motivos pra não soltar os cachorros aqui, mas coisas acontecem e como aqui é meu cantinho de desabafo, vou ter que compartilhar mais essa.

Minha indignação com certos dominadores, repito, antes que algum dom venha aqui me xingar, CERTOS DOMINADORES, não são todos, que acham que podem dominar e manipular o mundo. Se acham tão espertos e na cabeça deles roda aquela frase: "Comigo ninguém pode", só que uma hora a casa cai e despedaça toda!
Tem alguns que se passam por daddies sensíveis, compreensivos e carinhosos, quando na verdade são apenas aproveitadores que acabam conseguindo se aproveitar da carência de garotas inocentes.
Pras meninas novas que entrarem, tomem muito cuidado, porque podem ser vítimas desses canalhas tarados que por trás das telas, fazem e acontecem, mas aposto que se fosse tocaiado na rua ou em algum lugar iam ganir igual vocês mandam as cadelinhas de vocês fazerem.
Não tenho nada contra quem curte petplay, mas a questão aqui é que esses exemplos que eu estou citando tratam qualquer garota como cadela ou pior, como objeto manipulável, massa de modelar.
Alguns são tão perspicazes que conseguem uma mulher tão fraca de mente e tão mole que eu nem sei se poderia ser chamada de mulher, ta mais pra gelatina fora da geladeira... se relar, derrete! Mulheres que não tem amor próprio, que se deixam levar por qualquer pedido de desculpas e um "Eu juro não fazer mais." Eu te amo mais do que tudo é a frase chave para ela cair no conto do vigário de novo e o pior é que elas caem sempre no mesmo erro.
Mas algumas eu até entendo... tem só esses trastes na vida porque são renegadas da família não sei porque cargas d'água, né? (ironia mod on). Mas enfim, nem a família quer e é bem dessas que eles se aproveitam.
As manipulam a ponto de fazer com que elas os sustentem enquanto ficam em casa coçando o saco, (eu falo mesmo porque não tenho medo e se doer, seja macho e venha falar comigo!) Ah, esqueci que você só é homem por detrás da tela do celular...
Melhor eu parar, senão vai dar bode, mas continuando o ponto de vista sobre essas subs. O cara arruma qualquer pretexto pra ter ela só pra ele, até se submeter a ter algo que ele diz com todas as letras que não gosta como um filho por exemplo, mas faz isso pra manter a fracota de certa forma ligada nele, sempre com foco em algo que tem a ver com ele. Faz com que o mundo dela seja ele e mais ninguém e pior, acha que pode fazer o mesmo com quantas ele quiser ao mesmo tempo.
Se você minha amiga que está lendo e já se viu em situação parecida, saiba que não deve se sentir culpada de forma alguma, porque eles são tão filhos de uma boa mãe, que conseguem te fazer acreditar que você fez tudo pela sua própria vontade, quando na verdade foi ele que aos poucos dominou seu psicológico a ponto de você fazer coisas que não faria em sã consciência. Aí quando a casa cai e ele está para ser desmascarado, você que passa a ser a vagabunda que deu confiança, mas não é verdade, repito, foi ele que fez isso com você!
E aí quando algo mais grave acontece, como por exemplo, se uma das manipuladas dele tiver um surto psicótico e você souber ele te ameaça. Mas se isso acontecer com você, guarde todas as provas e mostre à polícia. Se a gravação for em áudio e for provado pelo registro da operadora que partiu do celular dele mesmo, ele vai pra cadeia.
Voltando na sub mor. Aí como o porto seguro dela foi quebrado ela cai no chão.
Por isso, minha amiga que eu digo: se você é sub, tudo bem, eu te respeito, na hora da brincadeira, mas nunca deixe um judas desses sugar sua alma, porque dói, viu?

Ah! Mais uma coisa que eles fazem quando se juntam pra trocar figurinhas entre eles: ficam contando as intimidades sexuais das dominadas, disputando pra ver quem é melhor e não tem nem vergonha na cara e quando são ameaçados conseguem dobrá-las. Pra fechar o cacho, sai falando pra Deus e o mundo que a sub mor é ingênua e que ele pode aprontar o quanto quiser que ela só tem ele na vida e nunca vai deixá-lo porque senão ela morre sozinha.

Pra finalizar, repito. Seja forte, minha amiga. Muito forte e mesmo que você goste de ser dominada no sexo, deixe sua mente e seu psicológico fora disso.
A pior coisa que tem é ter seu emocional sugado até o talo e cuspido de volta por esses animais... 
Bom, agora eu fui. Beijos e abraços a todos!

segunda-feira, 28 de março de 2016

Estou de volta, metendo o sarrafo! kkkkkkkk

Fala, pessoal! Estou aqui de volta! Acham que eu esqueci de vocês? Não, de forma alguma! É que várias coisas aconteceram, mudei de casa, saí por livre e expontânea vontade da casa dos meus pais e estou muito mais feliz, aprendi em 3 semanas coisas que eu achava que aprenderia em anos e ao contrário de alguns casos que acontecem, meus pais ainda são meus amigos e me apoiaram, eu não fugi de casa por covardia e foi tudo resolvido amigavelmente, ninguém ficou com raiva de ninguém... acho que agora sim eles vão aprender a me dar valor...
A liberdade não tem preço! Poder fazer o que quiser quando quiser, poder ir pra casa dos amigos quando bem entender... e claro, poder ver a mommy e o daddy sempre que possível, pra eles, tudo mudou, mas pra melhor!
Pra calar a boca de quem dizia que eu nunca ia conseguir fazer nada, que eu ia acabar sozinha, que eu merecia tudo de ruim, saiba que eu tenho muitos amigos que me amam e que jamais me deixariam sozinha. E pra quem foi capaz de dizer que nem mulher eu era, saiba que em 3 semanas aprendi a fazer coisas que vc em todos esses anos não faz, não fico com o popô gordo no sofá e mandando o escravinho fazer as coisas kkkkkkk e ficar falando por aí que é independente...
E mais, não fico copiando coisas pra postar e me achando a bambambã, autoridade entendida do assunto!
Ai gente, continuo cascuda como sempre fui, talvez pior e sim, eu vou continuar a historinha da Elisa, daddy e mommy.
Agora fui fazer meu almoço pq eu não tenho escravo, sabe? hahahahahaha e como sempre,
mommy, daddy, baby ama!

sexta-feira, 4 de março de 2016

Conto, Surpresa no feriado!

Boa sexta-feira, turma! Como vão todos? Bem, hoje trago pra vocês mais um conto inventado por mim e minha imaginaçãozinha fértil para expressar mais uma vez o carinho que tenho pela mommy e o daddy.
Quem me conhece há mais tempo sabe que eu escrevia contos em um outro blog que ainda existe, mas aquele que ficou parado lá eu não faço nem ideia de como continuar e os acontecimentos dos últimos tempos só aumentaram meu bloqueio criativo pra histórias totalmente fictícias... mas como aqui é um blog que sempre falo da mommy e do daddy, nada mais justo do que criar mais uma história aqui mesmo com eles... espero que todos gostem!

Lembrando que esse conto não tem nada de real, nem nomes, nem locais, nem acontecimentos. É apenas uma forma de relaxar e fazer de conta, pra aliviar minha mente conturbada. bem, chega de enrolação e vamos lá!

Era quarta-feira de manhã, véspera de feriado e eu não tinha ideia do que fazer. Acordei e olhei no celular, 8:30 ainda. Previa mais um daqueles tediosos dias sem fazer absolutamente nada. A velha ranzinza da minha mãe já reclamava logo cedo:
- O que você vai inventar da vida hoje, Elisa? Vai ficar nessa cama mais um dia inteiro?
Apenas virei a cara e pensei: "Queria mesmo arrumar um jeito de passar esse feriado inteiro longe de você e sua chatice."
Vendo que eu não aceitaria provocações ela saiu do quarto pisando duro. Alguns minutos depois meu celular toca. Nem precisei olhar, o som que eu havia escolhido me avisava que era Nádia, a minha melhor amiga. Peguei o aparelho de qualquer jeito e apertei o botão para atender:
- Nana?
- Oi, Eli, como vai, gata?
- Daquele jeito...
- Entendo... olha, sem desânimo, eu e o Ricardo temos um convite pra te fazer. Na verdade não é um convite e sim uma intimação.
Me ajeitei na cama.
- Xi, qual é hein, Nana? Mais uma das suas?
- Não, essa você vai adorar, chuchu, eu garanto!
- Certo, manda aí pra ver.
- Vamos te levar pra passar o feriado com a gente em um hotel que fica numa cidade aqui próximo e não aceitamos recusa!
- Mas... eu nem sabia que vocês iam viajar...
- Relaxa, gata, foi resolvido meio em cima. Olha, arrume uma mala pequena só com algumas roupas, não me invente de trazer seu armário todo, você tem esse costume.
- É, eu, né? Ta bom... mas são 4 dias e...
- Eli, não discuta! Arrume umas poucas roupas e itens básicos para higiene que as 13:00 nós passamos aí pra te pegar.

A Nádia e o Ricardo eram namorados e eram também meus melhores amigos na terra. Se anjos existem, Deus me presenteou com os melhores. eram como irmãos pra mim e os únicos que sabiam do meu maior segredo. Jamais me julgaram e sempre que eu precisava desabafar era com eles que eu contava.

Levantei de um pulo e comecei a mexer no meu armário pra separar as roupas que ia levar.
- Quem era ao telefone? - A velha voltando pra porta do meu quarto.
- A Nana, me convidou pra viajar com ela e o Ricardo.
- Pra onde?
- Um hotel que fica em uma cidade próxima.
- Vai precisar de ajuda com a mala?
- Não, a Nana falou que só preciso levar poucas roupas, apesar de serem 4 dias.
- Sei... bom, qualquer coisa estou na sala assistindo.
"Vai tarde..." eu cochichei comigo mesma quando ela saiu, batendo a porta atrás de si.
Comecei então a arrumar a mala. Peguei 2 conjuntos de short e camiseta, uma calça legging com saia, uma blusa de manga um pouco mais grossa e 2 pijamas.
- Acho que isso aqui ta bom, não é? - Perguntei para Sunny, a minha gatinha de estimação que eu insistia em achar que me responderia.
Ela apenas baixou os olhos e fez aquela carinha de desprezo e sono de sempre.
- Ok, sua preguiçosa, não dá pra contar com você mesmo, não é? - Eu a peguei no colo e a aproximei do meu rosto, cheirando seu pêlo macio.
- Mamãe vai sentir muito a sua falta, amorzinho, sabe que é a única pessoa que me importa nessa casa...
Mais uma vez ela me ignorou. Eu então a coloquei na cama e corri pro banheiro pegar escova de dente, pasta, sabonete e desodorante.
- Tudo pronto, agora é só esperar. - Falei quando passei pela velha na sala, com minha mala na mão.
- Se cuide, viu?
- Preocupada que você está... até parece.
- Olha, não começa!
Fomos interrompidas pela buzina do carro de Ricardo que chegava pra me buscar. Sem dizer mais nada, peguei a mala e saí porta a fora.
- Hey, gatíssima! Vamos curtir o feriado? - Disse a Nana vindo correndo e pulando em meu pescoço.
- Calma, guria, quer me matar? Hahaha
- Que nada, vamos. Amor, pegue a mala da Eli e coloque no porta-malas. - Disse ela para o Ricardo, que a pegou da minha mão.
- E aí, Eli, pronta pro passeio? - Ele mesmo disse quando terminou de guardar as coisas e se dirigia pro lugar do motorista.
- Seria muito bom se eu soubesse exatamente pra que tipo de lugar vocês estão querendo me levar, sabem?
- Relaxa, florzinha, você vai adorar, palavra! Não confia na sua Nana?
- Ah, vá!
Fizemos todo o caminho nesse mesmo clima de brincadeira, algo comum entre nós três. Pra nós não havia tempo ruim. Depois de umas duas horas mais ou menos dentro do carro, chegamos em frente a um hotel que parecia ser muito luchuoso, olhando de longe.
- É aqui que vamos ficar?
- Sim, minha gata.
Ricardo desceu e foi tirar as bagagens enquanto Nana e eu nos dirigíamos à recepção.
À primeira vista achei um pouco diferente a decoração da saleta, com quadros de personagens de desenhos animados, bichinhos, ursinhos e etc...
- Nana...
- Calma, amor, já vamos entrar.
Não demorou muito, apareceu uma mocinha detrás do balcão que se dirigiu a nós.

Bom, gente, vou deixar vocês um pouco curiosos... onde será que eles levaram a Eli? Aguardem cenas do próximo capítulo! kkkkkkkkk
Bebeijos a todos e...
mommy, daddy, baby ama!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Só deixando as palavras fluírem...

Diga turma! Beleza com todos?
Por aqui quase do mesmo jeito... sabe, eu comecei a participar de peças de teatro online que alguns colegas deficientes visuais como eu gravam em áudio e como sempre gostei dessas coisas, achei uma ótima oportunidade pra passar o tempo e pra eu não ficar tão dentro de mim mesma... só na primeira semana já consegui 3 papéis, um de uma garota rica que os pais não dão nem bola, (muito parecido com minha vida real, com a diferença de que eu não sou rica...) mas tem uma parte que a garota conta pra amiga que é infeliz e os pais não dão atenção e eu confesso que chorei de verdade gravando essa parte, porque de certa forma eu estava falando de mim mesma, através de uma personagem...
a outra eu ainda não comecei, mas coincidentemente, vou fazer uma garota que se chama Camila, nome que minha amada mommy me deu...
E o último eu ainda não sei do que se trata, pois não recebi os textos, mas com certeza vou me dedicar a todas elas...

sabe o que me deu mais raiva esses dias? É que hoje já é quarta e nós ainda comemos alguns restinhos da comida de domingo e segunda e a miserável da minha mãe fez todo aquele barulho, só pra mommy não vir aqui... cada vez que lembro disso começo a chorar... não sei como alguém pode ser assim...
se ela não me deixar visitar a mommy na "páscoa a briga aqui vai ser muito feia.

Mas enfim, hoje não tinha nenhum assunto específico, era só pra desabafar mais um pouco mesmo e pra terminar gostaria de deixar uma frase bem filosófica que encontrei em um site infantilista americano:

"O banheiro é como um telefone fixo e a fralda é como um celular, mas curiosamente, ambos permitem que você atenda à chamada da natureza."
Pense nisso... o celular você pode mexer nele onde quiser e a até deitado, agora o telefone você é obrigado a ficar parado em um lugar só... sou muito mais o celular kkkkkkkkk
 
fuuui! Ah, mommy, melhoras pra vc que está dodói e daddy, baby ama, os dois, muito!

bebeijos.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Dinheiro não substitui amor...

Olá pra todos. Hoje ainda estou com meu coraçãozinho machucado, principalmente por saber que minha mãe fez o que fez só mesmo pra estragar o pouco de alegria que eu teria nesse fim de semana... hoje cedo eu fui até a geladeira pegar refrigerante e vi que lá estavam duas bacias cheias de carne, sendo que ela tinha falado que se a mommy viesse eu teria que dar dinheiro pra comprar...
deu toda aquela briga que já contei aqui e eu claro, não dei dinheiro nenhum. Aliás, não estou nem querendo falar com ela... ainda ecoa em minha mente ela me chamando de encosto e falando que poderia ter feito um aborto...
ainda pra ajudar tem gente que fica falando pelas minhas costas que eu reclamo de barriga cheia e que minha família me dá do bom e do melhor e eu sou muito ingrata... ok, posso até ter um pouquinho de conforto material, como eu sempre digo, não vivo no lucho, não sou rica, vivo na simplicidade, mas nunca me faltou nada, graças a Deus, mas coisas materiais não substituem carinho. De que adianta eu ter boa comida na hora certa, minhas próprias coisas se quando eu preciso de um carinho não tenho? Meus pais podem ter me criado com tudo da melhor qualidade, mas isso jamais compensou a ausência deles.
Altas vezes de eu começar a contar algo pra minha mãe e ela dizer: "Cale a boca que estou assistindo a novela, não ta vendo?" Ou então: "Saia da frente da televisão, está me atrapalhando!"
Tudo isso me gerou machucados profundos na alma que sinceramente não sei se algum dia vão sarar. E como não podia deixar de ser, a amiga da minha irmã que meus pais gostam dela mais do que de mim, veio aqui pra passar mais um fim de semana e adivinhem? Meu pai foi levar ela em casa, porque estava chovendo e não queriam que a fulaninha de açúcar se molhasse...
Só não fico com mais ódio porque quando isso acontece eu penso na mommy e no daddy que não são sangue do meu sangue, mas sei que me amam, mesmo o daddy ficando sem jeito, mas eu entendo o lado dele. Quem nunca foi acostumado ou nunca ouviu falar de infantilistas, à primeira vista é um pouco espantoso ver uma pessoa que tem corpo físico de adulta, mas querendo ser bebê, mas eu penso que se um bebê de verdade pode derreter um coração, um adult baby também pode... kkkkkk tenho fé que algum dia ele vai me dizer: "Papai ama."
Só pra descontrair um pouco... nem ligo de estar cometendo um pecado, pois esses aqui que moram comigo me deram a vida, me puseram no mundo, mas meu coração é daqueles dois que estão longe fisicamente, mas com certeza mais perto do que eles aqui.
Na Páscoa eu vou ver minha amada mommy, preciso, necessito do colo dela, preciso muito de carinho físico...

Bom, gente, vou parar de chorar aqui no blog... vocês devem enjoar desses posts, mas são meus sentimentos, fazer o que? Mas eu fui, e

Mommy, daddy, baby ama.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Conto em forma de sonho ou sonho em forma de conto?

Oi, povo! Aqui vai o sonho / conto, espero que gostem.

Estava eu deitada em uma espécie de espreguiçadeira na varanda de uma casa desconhecida com uma chupeta na boca e uma fraldinha amarrada nela. O papai e a mamãe estavam conversando sentados ali próximo e eu sabia que era sobre mim.

- Amor, não é linda nossa princesa? Já está com 4 meses, eu não queria que ela crescesse nunca... - Mamãe.

-Pois é, amor, nem eu... - O papai falou meio sem jeito, ele parecia ainda não ter se acostumado com a ideia de ter uma bebê.

Amor, pega ela e traz aqui pra mim, depois vá até a cozinha e encha a mamadeirinha de suco dela, por favor. - Mamãe.

- É pra já! - O papai se levantou de onde estava e foi até mim. Eu me sentindo protegida pelos braços fortes dele quando me pegou, queria dizer "Baby ama, mas da minha boca só saíam sons desconexos e ininteligíveis, dignos de uma bebê de 4 meses.

- O que foi princesinha? Ta querendo dizer algo pro papai, é? 
-Ai amor, para, ela deve estar falando que ta com sede, faz calor, vai lá fazer o que eu pedi, vida... e me dá ela aqui...

O papai fez o que ela pediu e quando ficamos as duas sozinhas...

- Como vai a menininha da mamãe? - E me deu um beijinho na testa.
- Hum, que cheirinho de bebê gotosa da mamãe!

O papai voltou com o suco.

- Olha o que que eu tenho aqui? - e chacoalhava a mamadeira. - Mas eu só dou se falar papai!

Eu juro que tentei, mas só saía "Ahahahaha." 

- Quase lá, falta pouco.

- Ai, amor, para! Dá logo pra menina, bênção...

- Ta bem, vocês cortam meu barato... - Papai falou rindo e entregou a mamadeira pra mommy que a colocou em minha boca.

- Mama tudo ta, filha? Senão o contra vai beliscar o neném bem aquiiiii - E me deu uns tapinhas no bumbum de fralda.

- Eu comecei a dar um chorinho fingido que queria dizer: "Não, o contra não!"

- Ta bom, mentira, ele não vai vir não, mas então mama.

Eu terminei de tomar o suco e foi mais uma festa...

- É isso aí, florzinha da mamãe! merece muitos beijinhos. - E me encheu de beijos.  - E muitas cosquinhas também! - O papai veio e começou a me fazer cócegas.

- Não, amor, assim ela vai passar mal!

- Brincadeira, viu? Papai ama. Agora me dá ela aqui mais um pouco. - E me pegou do colo da mommy e ficou passeando comigo pelo quintal e cantando sei lá o que.


Bom, galera, foi curtinho, mas deu pra entender... agora fui mesmo, e como não podia deixar de ser?

Mommy, daddy, baby ama.

Desabafo, primeiro post de uma sequência de 2

Estou de volta, gente... e vão ter dois posts, um pra desabafar e outro que vocês já vão entender, em suas respectivas ordens. Então aqui vai o desabafo.
Eu tenho um grupo chamado confessionário onde a gente fala tudo que nos chateia, incomoda, enfim, é o confessionário mesmo e como estava uma vib de abrir o coração, (um amigo meu começou e falou que nos amava), aí eu falei que se pudesse escolher, gostaria que esse mesmo amigo fosse meu irmão, a mommy minha mãe verdadeira e o daddy meu pai verdadeiro, tudo isso indiretamente, porque nem todos ali sabem do infantilismo. Mas deixei bem claro o que eu quis dizer. Eu já sonhei que era filha da mommy e do daddy de verdade... no sonho eu era um bebê real mesmo, esse vai ser o segundo post, vou relatar o sonho em forma de conto, como eu fazia no meu outro blog, mas vai ficar mais fofinho...
Sabe, eu sei que o daddy fica meio sem jeito com isso, não entra muito na onda, mas sei que gosta quando lembro dele nos posts. Mas eu entendo, pois também sinto certa vergonha dele. Mas como eu dizia pra mommy ontem, acabei por transferir o apego que meus pais de sangue não me permitiram ter com eles pros dois... eu realmente os vejo como mommy e daddy.
Bom, agora vai o sonho em forma de conto. Como os sonhos são um tanto desconexos, claro que pra dar coerência vai ter um pouco de enfeite, então eu posso dizer que é a mistura do sonho com o que eu gostaria que fosse... kkkkkk.
Até o próximo post!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Mais uma da coisa que eu sou obrigada a chamar de mãe...

Oi gente... hoje estou arrasada, nem vou me alongar muito... pode ter certeza que vem uma crise de depressão feia por aí...
Estava tudo certo pra mommy vir pra cá esse fim de semana, por causa do passeio que a gente ia ter, mas esse passeio infelizmente foi adiado mais uma vez... mas mesmo assim, queríamos passar o fim de semana juntas, estávamos muito empolgadas, mas eis que no meio da tarde, a megera que eu chamo de mãe resolveu reclamar: "Por que não fala pra sua amiga deixar pra vir quando tiver o passeio? nós estamos sem dinheiro pra receber visitas, temos que comprar mistura e bla bla bla"
Só que estaria tudo bem se não fosse um detalhe: minha mãe libera pra minha irmã e os amiguinhos dela quase todo fim de semana fazerem festinha aqui em casa com direito a bebida, fumar aquele tal de narguile nojento e ficar a madrugada inteira fazendo barulho e eu tenho que me contentar em me trancar no meu quarto que não abafa som nenhum e ficar sem dar um pio.
Aí eu não achei justo, queria direitos iguais, tudo bem que não teríamos o passeio, mas pelo menos eu passaria um final de semana interessante com minha amiga aqui em casa, mas a bruxa tratou de fazer um carnaval.
Aí eu só me lembro que surtei e falei: "Pra amiguinha da tua filha você libera, você tira as calças pra dar pra ela, né? agora a cega aqui que se tranque no quarto e fique quieta..." sim, minha mãe por mais que fale que não, faz uma diferença enorme entre mim e minha irmã menor.
Aí ela começou a falar "Ai, coitadinha da cega... vá prcurar o que fazer" e me xingar um monte, até de encosto ela me chamou e falou que poderia ter feito um aborto.
Gente, isso é coisa que uma mãe fale pra uma filha? Que eu saiba eu não tenho culpa de ter nascido cega.
Acabou que eu contei pro daddy e ele acabou contando pra mommy e ficamos as duas muito chateadas... até presentinho pra mim ela já tinha comprado... teríamos o primeiro final de semana oficial de mommy e baby que foi impedido por essa bruxa que eu sou obrigada a chamar de mãe... agora a mommy não vai mais vir aqui e eu mais uma vez estou me sentindo sozinha e deprimida... preciso demais de um abraço, um carinho, porque aqui nessa casa eu não tenho nenhum... minha dor é tão grande que eu sinto vontade de tomar meus antidepressivos todos de uma vez pra ver se durmo e não acordo mais, mas eu sei que isso não vai acontecer, porque o tipo de remédio que eu tomo não mata...
só sei dizer que é duro ser culpado de algo que não temos culpa pela pessoa que mais deveria nos amar...
agora a megera saiu com minha irmã e a nojenta da filhinha adotiva dela que se ela pudesse, me trocaria por ela... pra essas coisas ela tem dinheiro...

Bom, gente, eu fui...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O lado negro de ser um infantilista e posers

Oi oi galera que gosta do meu blog! Beleza por aí?
Fiquei um tempinho sem postar porque estava sem ideias... e além disso andei em crise existencial esses dias, coisa normal da maioria esmagadora dos infantilistas.
Quem está de fora pensa que nossa vida é fácil, que é tudo bonitinho e fofinho sempre, nada disso! Acho que pelo menos 95% dos infantilistas sofreram algum trauma que os fez ser assim e se pudéssemos escolher, optaríamos por não ser e quem disser que escolheria o contrário está mentindo.
Claro que tem seu lado bom, quando ficamos de bem com nós mesmos, mas a maioria das vezes tem aquele lado racional que fica martelando na nossa cabeça: "Seus amigos não fazem nada disso e vivem muito bem,sua família não tem esse tipo de trauma, você é uma aberração, seu maluco!"
Quem nunca ouviu isso dentro da própria cabeça? Tem gente que faz o possível pra parar, tenta canalizar energia em outras coisas como casamento, família, trabalho e quando a vontade vem, pensa: "Eu não posso, não devo ser assim, isso tem que sair de mim!" Mas até agora nunca ouvi falar de alguém que tentou largar e conseguiu de vez e viveu feliz com isso, porque deixar de lado não é apenas parar de fazer e sim não sentir mais vontade. Se algum dia alguém me falasse: "Eu canalizei minha energia em outra coisa e parei de praticar, nem vontade sinto mais, me libertei completamente!" Meu amigo, você merece uma festa de comemoração, sem exageros.
Porque até hoje eu só vi gente que deixou sim de praticar, mas vive triste e deprimido porque não saiu do seu psicológico. Pode ficar anos sem usar nada, mas de duas uma: ou vai viver frustrado com a sensação de falta de algo ou uma hora vai explodir e corre o risco de se tornar um dl (Diaper Lover) compulsivo que vai querer tirar todo o atraso em pouquíssimo tempo.
Bom, talvez eu esteja exagerando um pouco, mas isso realmente é provável de acontecer, é a famosa bola de neve que uma hora explode!
Eu sei que tem um outro lado que diz: "Ah, mas pelo menos não usamos drogas, não mexemos com coisas que façam mal a nós mesmos, não temos uma doença." De fato, não temos mesmo. É apenas uma coisa que um dia nos faltou e queremos de volta, mas a crise maior, a frustração mais evidente é pela culpa e vergonha de si mesmo que isso causa, como já falei lá em cima, aquele bichinho que fica falando que as outras pessoas à nossa volta não fazem isso.
É por isso que dá muita raiva quando vemos alguém se dizendo infantilista, quando na verdade não passa de um ser metido que só quer chamar a atenção de alguém pra si ou tem medo de perder, por exemplo uma certa poser de little que eu conheço, sim, falo com todas as letras, poser de little. Pra não perder o dono, daddy, sei lá o que, depois que viu que o cara gosta de littles, resolveu fingir que era, só que tem coisas que não aceita. Olha, claro que nem todos os gostos são iguais, mas ficar falando tudo errado com uma vozinha ridícula e colocando uma chupetinha na boca só pra agradar o parceiro não é ser little, minha filha.
Ser little é muito mais do que ter atitudes apenas pra chamar a atenção de alguém só porque vê uma ameaça por perto. Se você soubesse o quanto nós que realmente vivemos o infantilismo sofremos, não ficaria fingindo ser algo que não é.
Mais uma vez, peço desculpas por esse desabafo, gente, mas é que é ridículo você ser um ab de verdade todo carente precisando de atenção e alguém que realmente entenda e tendo outra ali querendo competir por achar que você é uma ameaça e aí fica fazendo gracinha pra chamar a atenção de outra pessoa e você que se dane. Na época eu não podia falar nada, mas agora não to nem aí pro que vão pensar...
Mas enfim, só queria dizer mesmo que não é fácil ser um infantilista de verdade com traumas, sofrimentos, carências... desculpem se assustei vocês, mas não canso de repetir, aqui só vai ter a verdade, sempre!

Vou ficando por aqui e em contagem regressiva pra chegada da mommy aqui no final de semana!
Bebeijos a todos e...
Mommy, daddy, baby ama.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Amigo da onça te apunhalando pelas costas, história longa!

E então galera? De boa na lagoa? Kkkkkk.
Hoje a mommy estava tristinha e precisou apenas da amiga e eu, ao contrário do que muitos pensam, estava pronta para ouvi-la e agradá-la da melhor forma possível, tentando distraí-la, conversando e dizendo a ela que na semana que vem eu e minha gatinha iríamos cuidar dela também. Ta certo que ela não gosta de ser baby, mas como já falei anteriormente, nossos amados também tem suas carências e precisamos não apenas cobrar deles, mas também doar um pouco de nós.
Hoje eu que queria cuidar dela, fiquei realmente preocupada e quando ela vier aqui, não pretendo ser apenas baby, mas também amiga, irmã... o que ela passou, embora muitos digam pra gente esquecer que tudo tem seu preço, não é fácil. É horrível você procurar fazer tudo certo e tentar ajudar a todos da melhor forma possível e vir um falso e tentar acabar com você pelas costas. Nossa consciência pode estar limpa, porque sabemos do que fizemos, mas dói acharmos que alguém era nosso amigo quando na verdade era apenas um lixo que queria nos derrubar, o famoso lobo em pele de cordeiro. Como sempre gosto de compartilhar uma experiência minha, vou contar a que pra mim foi a pior e durou quase 2 anos porque na época eu não queria causar intriga, mas se fosse hoje em dia eu botava pra quebrar porque essa pessoa merecia isso e um pouco mais...

Eu entrei pro meio infantilista em julho de 2012 e estava completamente perdida, precisava de uma orientação, uma luz e haviam mais homens pervertidos do que dispostos a trocar uma ideia e ajudar de verdade e o pior, eu achava que haviam poucas mulheres que passaram pelo mesmo que eu ou até mesmo nenhuma. Então um dos poucos contatos bons de conversa que encontrei me indicou uma garota na qual ele dizia ser muito amiga, disposta a ajudar e ter passado pelo mesmo problema no começo de se descobrir, se aceitar e coisa e tal. Peguei os contatos dela e começamos a conversar.
No começo achei um tanto seca, sei lá, parecia estar falando com a gente meio que por obrigação e então eu parei de falar, não queria incomodar ninguém. Ok, alguns dias se passaram e eu fui conversando, criei meu primeiro blog, fiz minhas primeiras comprinhas e um dia sem mais nem menos ela puxou conversa comigo.
Como eu fazia as compras pela internet pelo fato de ninguém aqui em casa saber do meu segredo e não costumarem a abrir meus pacotes eu precisava de uma ajuda visual pra saber o que era o que e só comentei com ela por comentar, nem pensei em pedir pra ela ver pra mim nem nada, daria um jeito de descobrir. Só que ela falou: "Liga a cam que aí eu posso ver o rótulo e te ajudo, só isso, vai ser rapidinho, não precisa se mostrar, só mostra as coisas pra mim."
Então assim fizemos. Ligamos a cam, ela olhou os rótulos, me orientou e desligamos. Depois desse dia eventualmente ela me chamava pra conversar e de certa forma eu comecei a mudar um pouco o modo de pensar, achei que a secura dela fosse por eu ser uma estranha, sei lá, compreensível.
Eis que depois de um tempinho de infantilismo eu conheci um cara que sempre trocava muita ideia comigo e parecia querer algo sério, a forma que falava, o jeito de teclar e etc, aquilo começou a mexer com meus sentimentos. Na época eu era muito novata no assunto e estava carente, aceitava qualquer pessoa que parecesse me entender.
Então, numa dessas conversas com a víbora eu comentei que havia conhecido alguém assim, assim e assado. Ela perguntou: "Eu conheço?" Eu inocente, sabendo por ela mesma que tinha namorado, pensei: "Não, dá pra contar, ela tem um daddy real lá, não vai nem se interessar..." falei o nome. Daí começou o meu problema. Ela começou a dizer:
"O fulano se abre muito comigo, já me contou várias coisas, bla bla bla." Daí eu estranhei, ele parecia estar se entendendo tão bem comigo... mas fui perguntando e ela falou coisas que eu sequer imaginava. Hoje eu acho que não passa de invenção da cabeça dela... depois ao longo da história vocês vão entender.
Ok, então, como toda falsa que sabe jogar ela se propôs a me mandar os históricos de conversa com ele. Segundo ela, iria tentar descobrir o que ele achava de mim. Realmente os históricos foram enviados, mas com partes estratégicas cortadas. Dava pra ver que ela comia partes muito importantes.
Então de uma hora pra outra esse cara parou de falar comigo e eu via que mandava recadinhos na página de orkut dela sempre. Na certa ela contou pra ele do meu interesse e depois se fez de tonga.
Eu desisti, decidi tocar minha vida pra frente, mas com um pé atrás com ela.
Comecei a notar que ela passou a fazer coisas que não costumava fazer, como por exemplo criar um blog. Ela dizia que não gostava de blogs, que isso era coisa antiga, mas foi só o meu alcançar um certo Ibop que já surgiu o dela. Coincidência, não?
Certo, a bobinha aqui não quis encrenca de novo, pensava que cada uma tinha seu espaço e que vai ver ela só mudou de ideia.
Mas com o passar dos meses, coisas estranhas começaram a acontecer, pessoas falarem certas coisinhas do tipo que eu era muito grosseira, preconceituosa e tinha que tomar cuidado com as casqueadas que eu saía dando por aí... mas não sei de onde, aliás, sei sim... é que ela mesma queria me apresentar um amigo dela que tinha um perfil não só infantilista, mas também bdsm e eu falei: "Bem, eu estou conhecendo esse mundo ainda... acho que muita coisa de uma vez vai ser um pouco demais..." Mas dei uma olhada no perfil dele e o achei bem irônico e até um tanto rude na forma de escrever e comentei que pra quem não conhecia, poderia se assustar um pouco, mas não falei por mau. É que como vocês já sabem, eu falo o que realmente penso. Mas ela distorceu os fatos. Quando esse mesmo menino tentou me adicionar ela falou: "Não faça isso, essa garota já falou que não gosta de você, não gostou do seu jeito de se escrever, te chamou de grosseiro e falou que morre de medo de pessoas como você, que você parece um torturador de seres indefesos."
Jesus, não sei de onde tirou tanta merda pra falar... eu jamais falei isso! Assim como gosto de ser respeitada tanto como cega, quanto como infantilista, quanto como assexual eu respeito quem curte o bdsm, mas não é o meu gosto. Eu, Camila S, não acho que o infantilismo e o bdsm deveriam andar colados, mas essa sou eu, repito!
Mas como esse indivíduo também já era do tipo que sem nem investigar já sai falando coisas, nem se dignou a vir esclarecer comigo, já saiu postando indiretas no blog que ele tinha.
'Mais uma vez deixei passar e pensei: "Deus está no controle e uma hora a verdade aparece.
Em meados de março de 2013 eu conheci meu primeiro daddy. Claro que a víbora que sempre andava de anteninha ligada já foi lá tentar fazer minha caveira, ele mesmo me contou. Mas como não tinha argumentos, falou que eu não gostava do amiguinho dela.
Mas caiu do cavalo porque eu já tinha contado a minha versão da história que era a verdade antes dela soltar seu veneno.
Não contente ela começou a postar qualquer coisa nas redes sociais pra chamar a atenção e como sempre tem os baba-ovo de poser, levava muitos likes. Eu não levo quase nada, mas pelo menos sou verdadeira!
Enfim, aí aquilo já começou a me irritar e eu sem pensar e quase sem nem ver o que estava fazendo comecei a postar algumas indiretas do tipo: "Vende-se melancia já equipada com cordinha pra pendurar no pescoço de quem gosta de chamar a atenção e não sabe como", outras coisas que tinham a ver com inveja e lógico que ela e os capanguinhas dela entenderam, porque indireta atinge quem tem a consciência pesada.
Um deles até comprou briga com meu ex-daddy e aí que estourou a primeira bomba.
Eu acabei me afastando do meio por uns 2 meses e quando voltei as coisas já estavam mais calmas, mas meu ex havia terminado comigo.
1 ano se passou e eu notava que ela continuava querendo que as pessoas se afastassem de mim, sempre que alguém citava meu nome ela dizia que eu ia magoar essa pessoa, que era pra terem cuidado, mas o engraçado é que ela não tinha argumentos. Era sempre a mesma coisa: "Ela não gosta do meu amigo e xingou ele, o magoou."
Quando alguém dizia: "Ele que se defenda, não tome as dores dele." Ela rebatia: "Bom, eu avisei.
Mas como é que ela ia confessar que tentou dar em cima de 2 caras que eu gostei e tirar meus amigos?
Depois disso eu conheci minha primeira mommy virtual que é minha amiga até hoje e eu a adoro. Acabou única e exclusivamente por causa da distância e porque não tinha previsão de nos encontrarmos.
Mas assim que acabou e a cobra em pele de baby fofa ficou sabendo, adivinha?
"Você não quer ser minha mommy agora? Eu queria tanto uma... já que você não tem mais ela..."
Eu achei que minha amiga fosse aceitar e fiquei muito brava, acabamos brigando, mas a amizade era verdadeira e essa até hoje essa venenosa não conseguiu quebrar.
Depois foi a última e essa foi a gota d'água... não concordei totalmente com a forma que foi feita, achei radical demais quererem entregar ela pra família dela. Isso eu não faria nem com meu pior inimigo. Minha ideia era que ela sentisse pelo menos um pouco do que eu senti quando ela falava mau de mim pelas costas, só que fiz diferente:
comecei a fazer isso via postagem mesmo. Mas a pessoa que entrou no meio radicalizou quando o amiguinho dela veio querer tirar a história a limpo. Não passaria daquelas brincadeiras. Eu jamais aceitaria que postassem fotos reais dela se tivessem me consultado, isso de jeito nenhum!
Mas como metemos muito medo nela só com as brincadeiras o amigo dela entrou na dança e aí que fedeu de vez.
A raiva da outra colega que estava no meio da brincadeira foi tanta que ela quase entregou a cobra pra família dela. Quando eu soube disso eu fui contra e falei "Ainda bem que isso você não fez,pois é radical demais. Zoar como a gente estava fazendo ok, mas daí pegar a vida real da garota e cagar, isso não...
como já disse, eu só queria dar a ela o gostinho do que eu sofri calada...
Enfim, os outros acabaram denunciando o perfil dela e derrubando, mas isso não é nada, pois criar outro é fácil. Eu sinceramente não sei dela e nem quero saber, mas pelo menos ela parou de tentar roubar o que é meu... dizem que ela anda muito quieta e 10 vezes mais cuidadosa com quem mexe.
Isso é muito bom pra ela mesma. ficar apunhalando os outros pelas costas pode acabar mau... kkkkkkkkk

Ai gente, a história foi tão longa que eu até cansei de digitar, mas eu tinha que contar isso aqui, pra vocês verem que até em um meio onde todo mundo devia ser inocente tem fdp e muitos.

Bom, mas agora eu fui e minha florzinha, seja como baby ou como amiga, eu te amo muito!

bebeijos!